Anunciando o Evangelho
Artigos com o marcador católica
Na internet: visitas virtuais tridimensionais ao Vaticano
28/07/10
Basílica de São Pedro, Capela Sistina e basílicas de Roma
CIDADE DO VATICANO, terça-feira, 27 de julho de 2010 (ZENIT.org) – Não há nada que possa substituir uma visita a Roma para admirar a Capela Sistina ou a Basílica de São Pedro, mas a internet permite agora realizar visitas virtuais a alguns dos lugares mais sagrados da Cidade Eterna, oferecendo detalhes que nem sequer ao vivo podem ser apreciados.
A visita ao maior templo da Igreja Católica, no qual se custodiam os restos do apóstolo Pedro, pode ser realizada na própria casa; basta ter um computador com conexão à internet, graças a este novo serviço oferecido pelo site da Santa Sé. A Capela Sistina já estava online desde março.
O projeto envolveu, durante dois anos, estudantes da Universidade de Villanueva, na Pensilvânia (Estados Unidos), a quem foi permitido fotografar estas joias da arte de todos os tempos.
“Estar na Capela Sistina é uma experiência difícil de descrever”, explica Chad Fahs, especialista em meios de comunicação do Departamento de Comunicação da Universidade de Villanueva. “Esta visita virtual é o mais próximo que existe a esta experiência que a pessoa pode experimentar”, afirma.
“É uma das explorações mais inovadoras de uma obra de arte”, acrescenta Paul Wilson, membro do mesmo departamento e um dos responsáveis por esse projeto virtual.
“Mudará para sempre a maneira como os artistas e historiadores podem ver a incrível obra e a mente de Michelangelo, sua atenção pelos detalhes, o comentário social e seu senso de humor”, reconhece.
Milhares de fotografias foram tiradas na Basílica de São Pedro e na Capela Sistina, com uma avançada câmera motorizada sobre um trilho e posteriormente compostas e unidas digitalmente para criar um panorama virtual em uma projeção tridimensional.
Os peregrinos e turistas virtuais podem utilizar o zoom e aproximar-se dos detalhes das obras de arte graças à elevada resolução.
“As obras de arte presentes em lugares de culto buscam submergir o visitante em uma realidade sagrada e a Capela Sistina se destaca nesta tradição”, esclarece Frank Klassner, professor no Departamento de Ciências da Informática na Universidade de Villanueva, responsável pelo projeto.
“Nossa equipe agradece por ter oferecido sua pequena contribuição a esta tradição, utilizando o poder da internet e a moderna tecnologia de imersão”, conclui Klassner.
A primeira visita virtual com estas características foi dedicada à Basílica de São Paulo Fora dos Muros em 2008; e a de Basílica de São João de Latrão foi apresentada em novembro de 2009.
A Capela Sistina pode ser visitada em:
http://www.vatican.va/various/cappelle/sistina_vr/index.html
A Basílica de São Pedro pode ser visitada em:
http://www.vatican.va/various/basiliche/san_pietro/vr_tour/index-en.html
A Basílica de São Paulo Fora dos Muros pode ser visitada em:
http://www.vatican.va/various/basiliche/san_paolo/vr_tour/index-it.html
A Basílica de São João de Latrão pode ser visitada em:
http://www.vatican.va/various/basiliche/san_giovanni/vr_tour/Media/VR/Lateran_Nave1/index.html
Questionando os Protestantes – I
11/07/10
Fonte: Veritatis Splendor
De fato, Paulo escreveu o que é a Igreja: “Todavia, se eu tardar, quero que saibas como deves portar-te na casa de Deus, que é a Igreja de Deus vivo, coluna e sustentáculo da verdade” (1Tim 3,15).
Os cristãos de nossos dias supõem erroneamente que os primitivos cristãos viviam tempos tranqüilos e liam seu Novo Testamento exatamente como os bons e atuais protestantes fazem. O fato é que os livros do Novo Testamento ainda não tinham sido escritos pelo menos até duas décadas após a formação da Igreja, cerca do ano 30. Os livros finais do Novo Testamento não foram escritos senão perto do fim do século I, de conformidade com muitos estudiosos. Já que os cristãos primitivos não tinham o Novo Testamento, a Igreja primitiva era doutrinada pelos Apóstolos e por aqueles que tinham recebido a autoridade dos Apóstolos.
“Perseveravam eles na doutrina dos apóstolos, nas reuniões em comum, na fração do pão e nas orações” (At 2,42).
Na noite em que foi traído, Jesus prometeu à Igreja e aos apóstolos que os ensinaria toda a verdade:
“Quando vier o Paráclito, o Espírito da Verdade, ensinar-vos-á toda a verdade, …” (Jo 16,13).
No Protestantismo moderno mais de 20.000 denominações ensinando diferentes “verdades”. A natureza contraditória dessas “verdades” nos dirá que nenhuma dessas “verdades” pode ser considerada verdadeira. Ainda mais quando São Paulo nos diz claramente: “…porquanto Deus não é Deus de confusão, mas de paz” (1Cor 14,33).
Desde que Jesus disse que guiaria a Igreja na Verdade, se acreditarmos que Jesus estava falando a verdade, então temos de crer que há no mínimo uma Igreja que se congregou desde Pentecostes e que ensinou a Verdade. Essa Igreja existia, uma vez que Jesus falou: “E eu te declaro: tu és Pedro, e sobre esta pedra edificarei a minha Igreja; as portas do inferno não prevalecerão contra ela.” (Mat 16,18).
Nenhuma igreja protestante tem o direito de reclamar que sua existência foi anterior ao século XVI. Os dois únicos grupos da Cristandade que podem traçar uma sucessão apostólica, através dos bispos, dos apóstolos até o presente, são as Igrejas Ortodoxas Orientais e a Igreja Católica Romana. A Igreja de Roma foi fundada pelo apóstolo Paulo e recebeu o apostolado final do Apóstolo Pedro. A Igreja Católica Romana reivindica ser aquela igreja que é “a coluna e fundamento da Verdade”. Um investigador da Verdade poderia no mínimo considerar se o ensinamento da Igreja Católica sobre o batismo, a Ceia do Senhor e o arrependimento, se estas simples matérias são bíblicas.
Onde você aprendeu que apenas a Bíblia era a coluna e o fundamento da Verdade? Sua igreja tem apenas 150 anos? Você pode traçar uma linha ligando sua igreja até aos apóstolos?
Fonte: Site “Glory to Jesus Christ!”. Tradução: José Fernandes Vidal.
Bispo não é título que se pode atribuir a si mesmo
21/06/10
D. Walmor de Azevedo explica que o bispo da Igreja Católica é nomeado ‘dom’
BELO HORIZONTE, segunda-feira, 21 de junho de 2010 (ZENIT.org) – O arcebispo de Belo Horizonte, Dom Walmor Oliveira de Azevedo, afirma que “bispo” é um título que uma pessoa não pode atribuir a si mesma, pelo simples fato de ser fundadora ou líder de determinado grupo de fiéis.
“O bispo da Igreja Católica, um sucessor dos apóstolos, daqueles apóstolos primeiros chamados pelo Mestre Jesus Cristo, assim constituídos por Ele, é nomeado de ‘dom’, uma titulação precedendo o seu nome de batismo”, explica o arcebispo, em artigo enviado a ZENIT na sexta-feira.
“A respeito desses primeiros apóstolos, o evangelista Marcos narra que ‘Jesus subiu a montanha e chamou os que ele quis; e foram a ele. Ele constituiu então doze, para que ficassem com ele e para que os enviasse a anunciar a Boa Nova, com o poder de expulsar os demônios’”, recorda.
Dom Walmor explica que é chamado de dom “aquele que é bispo, tradição de dois mil anos, na Igreja do seu Mestre e Senhor”.
“Bispo, portanto, não é um título que alguém pode arvorar e definir para si, como fundador e líder de um grupo de fiéis que passam, ainda que por razão de práticas religiosas, a se definir como uma Igreja”, afirma o prelado.
Segundo Dom Walmor, a Igreja “nasce do querer e do coração do seu Mestre e Senhor Jesus. O querer é de Cristo, aquele que morreu e ressuscitou”.
“Dom não é, então, um simples título honorífico. Não é uma formalidade para nomear uma pessoa. Dom é referência a uma pessoa – consagrada para a missão que o Senhor Jesus deu àqueles onze primeiros chamados.”
“E que permaneceram com Ele – prossegue o arcebispo –, numa tradição sucessória ininterrupta, nestes dois mil anos de existência da Igreja Católica. Uma existência sustentada, em meio às vicissitudes do tempo e da história, pela fidelidade e obediência corajosa ao mandato do seu Mestre.”
O arcebispo afirma que a consagração no ministério de bispo “é compromisso não apenas de ser chamado dom, mas de ser, verdadeiramente, dom para todos”.
“Dom na tarefa de congregar na unidade, para além da administração. Dom na experiência de ser, nesta época moderna, sinal e inspirador da procura de sentido, no seguimento de Jesus Cristo, na condição de contemplativo presente no mundo, seu conhecedor e intérprete de suas perguntas.”
“Buscando respostas, servindo especialmente aos mais próximos, solidariamente próximo a todos”, afirma.
Novas vocações sacerdotais, resultado de esforços de colaboração
21/04/10
Bispos do EUA lançam um website de promoção vocacional
WASHINGTON, D.C., quarta-feira, 21 de abril de 2010 (ZENIT.org).- Um estudo sobre candidatos ao sacerdócio deste ano nos EUA demonstra que as vocações são resultado da colaboração entre o clero, as famílias e todo o Povo de Deus.
A Conferência Episcopal dos EUA informou a 16 de abril sobre a pesquisa The Class of 2010: Survey of Ordinands to the Priesthood.
Trata-se de um projeto de investigação anual encarregado pela conferência episcopal e realizado pelo Centro de Pesquisa Aplicada ao Apostolado, da Universidade Georgetown.
“A maioria dos que vão ser ordenados foi católica desde seu nascimento”, explica o presidente da Comissão para o Clero, Vida Consagrada e Vocações do organismo episcopal, cardeal Sean O’Malley, de Boston.
E continua: “quatro de cada cinco informam que seus pais são católicos; quase oito em cada dez foram animados por um sacerdote a considerar o sacerdócio”.
“Isso fala da função essencial que o conjunto da Igreja deve desempenhar na promoção das vocações”, afirma.
O cardeal destaca que quase três quartos dos seminaristas entrevistados neste ano afirmam ter servido antes como coroinhas, leitores, ministros da Eucaristia ou como outro agente paroquial.
“Uma tendência evidente neste estudo é a importância de uma formação permanente e um compromisso na fé católica”, assinala.
92% dos homens tiveram um trabalho a tempo completo – o âmbito da educação é o mais assinalado – antes de entrar no seminário.
Três em cada cinco homens que vão ser ordenados completaram estudos universitários antes de entrar no seminário, e um em cada cinco também recebeu um título de pós-graduação.
Um terço deles entrou no seminário quando estava na universidade. Na média, afirmam ter considerado a vocação sacerdotal ao redor dos 18 anos.
Família
O homem mais jovem que vai se ordenar este ano tem 25 anos, e 11 deles têm 65 anos ou mais.
37% dos que vão receber a ordenação sacerdotal têm um parente sacerdote ou religioso.
Dois terços da turma assinalam que rezavam regularmente o terço e participavam em adorações eucarísticas antes de entrar no seminário.
A maioria deles tem mais de dois irmãos, e 24% dizem ter cinco ou mais irmãos e irmãs.
70% indicam ser de ascendência americana/europeia/branca, enquanto que 13% se afirmam hispânicos/latinos; e 10%, asiáticos ou das ilhas do Pacífico.
Quase um terço da turma nasceu fora dos EUA. A maioria vem do México, Colômbia, Filipinas, Polônia e Vietnã.
A pesquisa foi enviada a 440 candidatos ao sacerdócio. Foi respondida por 291 homens que vão ser ordenados diocesanos e por 48 que pertencem a ordens religiosas.
A conferência episcopal publicou todo o informe em seu website, assim como em uma nova página da internet dedicada à promoção do sacerdócio.
Como cair no recurso ao estereótipo sem dar conta
06/04/10
A homilia de Raniero Cantalamessa na Sexta-Feira Santa (2 de Abril) provocou aquilo que ela própria queria evitar: violência. Verbal, mas violência.
No Domingo, o “Diário de Notícias” titulava “Críticas judaicas abrem nova crise para o Vaticano” (4 de Abril). E o “Público”: “Rabis e vítimas indignadas com comparação ao anti-semitismo”. Na entrada, este último (texto de Ana Fonseca Pereira) afirma: “Padre Cantalamessa equiparou ataques à Igreja com perseguição aos judeus. Polémica adensa uma crise que ensombra esta Páscoa”.
Comparou mesmo? Talvez. Mas quem fez primeiro a comparação foi um judeu.
Se eu me sentisse perseguido, como muitos responsáveis da Igreja se dizem sentir, e se tivesse recebido um carta de alguém que pertence a um povo que foi a maior vítima do século XX, julgo que a usaria, como fez Cantalamessa. Não reivindicaria para mim tal estatuto de vítima – nem ele o fez. O Holocausto, o cúmulo do anti-semitismo, foi algo inominável e não é invocável para autodefesa por quem nele não participou. Mas se um elemento do povo judeu adverte para mecanismos semelhantes aos do anti-semitismo, de “recurso ao estereótipo” e de “passagem da responsabilidade pessoal para a colectividade”, nos tempos de hoje, em relação à Igreja, não poderei eu usar essas palavras?
O melhor é ler que o pregador do Papa disse (versão brasileira da Zenit, aqui):
«Por uma rara coincidência, neste ano nossa Páscoa cai na mesma semana da Páscoa judaica, que é a matriz na qual esta se constituiu. Isso nos estimula a voltar nosso pensamento aos nossos irmãos judeus. Estes sabem por experiência própria o que significa ser vítima da violência coletiva e também estão aptos a reconhecer os sintomas recorrentes. Recebi nestes dias uma carta de um amigo judeu e, com sua permissão, compartilho um trecho convosco. Dizia:
“Tenho acompanhado com desgosto o ataque violento e concêntrico contra a Igreja, o Papa e todos os féis do mundo inteiro. O recurso ao estereótipo, a passagem da responsabilidade pessoal para a coletividade me lembram os aspectos mais vergonhosos do anti-semitismo. Desejo, portanto, expressar à ti pessoalmente, ao Papa e à toda Igreja minha solidariedade de judeu do diálogo e de todos aqueles que no mundo hebraico (e são muitos) compartilham destes sentimentos de fraternidade. A nossa Páscoa e a vossa têm indubitáveis elementos de alteridade, mas ambas vivem na esperança messiânica que seguramente reunirá no amor do Pai comum. Felicidades a ti e a todos os católicos e Boa Páscoa”».
A citação no final de um belíssimo texto contra a violência (de como com a morte de Jesus se ultrapassa a violência que á alma de um certo tipo de sagrado) transformou-se em mais um episódio de violência mediática. Chamou-se “obsceno”, “inapropriado” e “moralmente errado” ao sermão de Cantalamessa (via “Público”), quando as palavras são de um judeu. Foi imprudente Cantalamessa? Dizer que sim é admitir que a pressão mediática nos priva de liberdade.
A reacção ao sermão por parte de judeus e de vítimas de abusos, apesar de o porta-voz do Vaticano ter vindo dizer que havia palavras que podiam ser mal interpretadas, revela que a violência verbal está latente na nossa sociedade. Como já nem se olha aos factos e aos contextos, como já não se distingue e muito se confunde, começo a pensar que a Igreja está mesmo a ser perseguida (mas nada desculpa os abusos). Ou pelo menos é um alvo fácil para quem quer fazer pontaria.
Fonte: Tribo de Jacob
Introdução aos Mitos Anticatólicos: Economia, Direito, Terra plana…
07/02/10
Por Thomas E. Woods
Tradução: Kandungus
Fonte: EWTN/YouTube
Já ouvimos todos esse papo antes, não ouvimos?
“A Igreja Católica é inimiga da ciência, do progresso e da razão”.
Bom, isso é tudo tolice e nós iremos provar sem dó.
Bem-vindos ao “A Igreja Católica: Construtora da Civilização”. Sou seu anfitrião, Thomas Woods, e gostaria de começar esta série com um fato bem óbvio para a maioria: há um certo “duplo padrão” no mundo quando se fala em Igreja Católica. Você pode dizer o que quiser sobre a Igreja Católica; sua carreira não terminará, ninguém se importará, não haverá indivíduos ofendidos, nem greves de fome… Você diz o que quiser e está tudo bem. Na verdade, você será ainda melhor tratado nos círculos em voga do que antes.
Então, qual o resultado disso?
O resultado é que você pode escapar impune mesmo dizendo as coisas mais absurdas e ridículas sobre a Igreja Católica. E as pessoas acreditam! Elas tendem a acreditar em toda e qualquer calúnia absurda contra a Igreja Católica; mas, pior ainda, alguns católicos – eu acredito – começaram a incorporar algumas dessas críticas e, no fundo, acho que eles mesmos se perguntam: “A Igreja foi, afinal das contas, uma influência positiva na História? Não foi ela responsável só por repressão e ignorância? Não foi ela uma oponente das ciências?” Todos fomos ensinados a acreditar nisto… Aliás, seria um milagre se não acreditássemos!
Porém, não é verdade! E nesta série mostraremos por quê. Iremos exibir a verdadeira glória da Igreja Católica.
Os ataques à Igreja Católica e à crença religiosa em geral aceleraram-se nos últimos cinco anos, mais ou menos. Nós vimos em anos recentes best-sellers escritos por Richard Dawkins, Daniel Dennett e Sam Harris, condenando a crença religiosa em geral como “irracional” e “imbecil”; na verdade, eles estão dizendo às crianças deste país: “Seus pais são tolos por ensiná-los a religião”.
Pior do que isso é que depois do atentado de 7 de julho de 2005 em Londres, o que vemos é essa tendência do terrorismo islâmico dar a intelectuais uma justificativa para que se oponham à todas as religiões, com o argumento de que “toda religião é irracional; toda religiâo pode causar violência; então todas devem ser condenadas”. Por exemplo, no escocês “Sunday Herald”, Muriel Gray afirma: “A causa de toda esta miséria, desordem, violência, terror e ignorância é, evidentemente, a própria religião”.
E ela chama a religião de “disparate da Idade das Trevas”: “Para o governo de um país secular como o nosso” – ela diz – “tratar a religião como se esta tivesse mérito verdadeiro ao invés de tomá-la como um anacronismo absurdo, que educação, conhecimento e experiência podem ‘esperançosamente’ superar com o tempo, é um dos eventos mais deploráveis do século XXI”.
Vou deixar de lado o fato de que ela não sabe usar corretamente a palavra ‘esperançosamente’. Isso é um outro assunto; o principal é que esta é a crítica.
Outra crítica: Polly Toynbee, do “London Guardian” diz: “Chegou o momento de ser sério sobre toda religião e traçar uma linha firme entre o mundo real e o mundo dos sonhos”.
No “London Spectator”, Matthew Parris diz: “Aquilo que une um Mulá extremista a um padre católico ou pastor evangélico protestante é, na verdade, muito mais significativo e interessante do que aquilo que os separam”.
Estas críticas tornaram-se rotina; ouvimo-las [sempre], entra dia, sai dia. Toda religião é inimiga do progresso, mas a Igreja Católica em particular é consistentemente vista como inimiga da ciência e do progresso; do conhecimento, principalmente. Por que isso? Como aconteceu? Mais >
Santo Apolinário
29/01/10
Claudius Apollinaris, Bispo de Hierápolis em Phrygia. Era um notável professor do cristianismo no segundo século. Seus escritos em defeza da fé católica impediu vários erros, inclusive as heresias dos Encratites e dos Montanistas. Sua filosofia descrevia as raízes do erro e foi um notável defensor da fé. Seu mais famoso trabalho “A Apologia dos Cristãos” foi escrito para o Imperador Marcus Aurelius cerca de 175 DC. Neste trabalho ele descreve um milagre que trouxe a vitória do Imperador contra os Germanos com o seu exército cercado na Morávia, e ameaçado de aniquilação, não fosse um milagre atribuído por Apolinário, às orações da 12a Legião, a sua maioria cristãos.
Santo Apolinário enumera vários benefícios que a cristandade deu a sociedade romana e pede ao Imperador que não perseguisse e punisse os seguidores do cristianismo, o que resultou em uma publicação de um Edito do Imperador proibindo a perseguição dos cristãos apenas por sua religião. Infelizmente, nenhum dos seus outros trabalhos sobreviveu ao tempo.
Faleceu em 180 DC.
Sua festa é celebrada no dia 8 de janeiro
São Basil de Ancyra
29/01/10
Morreu no dia 29 de junho de 362. São Basil sofreu e morreu pela sua fé verdadeira em oposição aos arianos que negavam a divindade de Jesus.Ele era um padre em Ancyra, Galatia (agora Ancara, Turquia e apoiava o seu Bispo Marcellus contra os hereges mesmo após o banimento em 336 pelo Imperador Constantius. Em 360 os arianos tentaram impedir Basil de ser um líder cristão mas ele defendeu a fé católica enfrentando até mesmo o Imperador Constantius pessoalmente).
Basil recusava a dar espaço para os arianos e ia a rua para incitar os cristãos a continuarem firmes. Acabou sendo acusado de tramar contra Juliano, o apóstata.
Ele foi capturado e torturado em Ancyra. Na Caesarea ele foi pendurado pelos pulsos e mais tarde de cabeça para baixo pelos tornozelos. Sua pele foi tirada com grandes garfos e finalmente morto. Os Atos de seu Martírio são autênticos.
O conde Frumentinus, encarregado do martírio ficou tão furioso que mandou que fosse mais arranhado e dilacerado até que seus intestinos ficassem a mostra.Os espectadores choravam de pena. O mártir orava em voz alta e a noite foi levado de volta a prisão. No dia seguinte seu corpo estava completamente são sem nenhum machucado.
Basil disse a Frumentinus “Você sabe que meu corpo foi cortado em pedaços porem veja agora meus ombros e meus lados que não tem um só ferimento. Jesus Cristo me curou a noite. Envie estas noticias ao seu amo Imperador Juliano para que ele conheça o poder de Deus e avise que Deus logo extinguirá a sua vida.”
Frumentinus parecia não conseguir conter a sua raiva e mandando colocá-lo santo de costas para cima e mandou furá-lo com ferros em brasa. O mártir expirou sob esses tomentos.
Na arte litúrgica da Igreja São Basil é mostrado com uma leoa a seu lado e outras vezes com a pele toda dilacerada.
Sua festa é celebrada no dia 22 de março.
Santa Elizabeth Ann Bayley Seton
29/01/10
Nascida em uma rica e influente família da Igreja Episcopal, filha de um médico, foi educada em Nova York no final do século 18. Sua mãe faleceu quando Elizabeth tinha três anos e sua babá um ano depois. Mais tarde com 19 anos, ela casou-se com um rico homem de negócios e teve cinco filhos.Com cerca de 10 anos de casada, os negócios de seu marido fracassaram e logo depois ele faleceu de tuberculose, deixando uma viúva pobre e com cinco filhos para cuidar.
Por anos Elizabeth sentia uma grande atração pelo Catolicismo, em especial ” A Real Presença de Cristo na Eucaristia” e a linhagem direta da Igreja Católica com Jesus e os apóstolos. Ela converteu-se ao Catolicismo entrando na Igreja em 14 de março de 1805, alienando no processo, muitos da sua rigorosa família Episcopal.
Sendo uma mulher muito inteligente e culta, para cuidar de sua família e assegurar uma educação adequada para seus filhos, ela abriu uma escola em Boston. Através de instituições privadas ela iniciou uma escola para a comunidade religiosa. Mais tarde atendendo a um convite do Arcebispo, ela estabeleceu uma escola para Garotas Católicas em Baltimore, Maryland o que foi o início do Sistema das Escolas Paroquiais na América. Para cuidar do sistema, ela fundou a “Congregação da Irmãs de Caridade” em 1809 , a primeira comunidade religiosa para mulheres, na América.
Faleceu em 4 de janeiro de 1821 de causas naturais. Foi beatificada em 17 de março 1963 pelo Papa João XXIII Canonizada em 14 de setembro de 1975 pelo Papa Paulo VI.Ela é padroeira da Diocese de Shereveport Louisiana, das viúvas e dos opositores das autoridades da Igreja, e daqueles com problemas com parentes .
Sua festa é celebrada no dia 4 de janeiro.






