Anunciando o Evangelho
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Falsas Profecias, Justificações e Trapalhadas Doutrinais das Testemunhas de Jeová
22/07/10
Fonte: Observatório Watchtower
Índice
- 1. Branqueamento da responsabilidade por falsas profecias
- 1.1 Exemplo 1: A falsa profecia de 1914
- 1.2 Exemplo 2: A falsa interpretação das “autoridades superiores”
- 1.3 Exemplo 3: Um tempo de “provas e purificação”
- 1.4 Exemplo 4: A falsa profecia de 1925
- 1.5 Exemplo 5: A falsa profecia de 1975: ‘A culpa foi vossa’
- 1.6 Exemplo 6: O uso da terceira pessoa
- 1.7 Exemplo 7: A “libertação de Babilônia” em 1919 e as “impurezas”:
- 1.7.1 Autoridades superiores
- 1.7.2 Desenvolvimento do caráter
- 1.7.3 Feriados pagãos
- 1.7.4 Cruz
- 1.7.5 Uso do nome Jeová
- 1.7.6 Democracia
- 2. Publicações antigas e “verdades estabelecidas” que deixaram de o ser
- 2.1 Estudos das Escrituras
- 2.2 O Mistério Consumado
- 2.2.1 Falsas previsões
- 2.2.2 Interpretações pitorescas
- 2.2.3 Beemote = máquina a vapor
- 2.2.4 Leviatã = locomotiva a vapor
- 2.2.5 Miguel e anjos = Papa e Bispos
- 2.2.6 O profeta Naum e o comboio
- 2.3 Outras “verdades” que caducaram
- 2.4 O acesso às publicações antigas
- 2.5 ‘Os cristãos primitivos também cometiam erros’
- 3. Apenas a “organização” sobreviverá à ‘grande tribulação’
- 4. Ideias e atitudes “independentes”
- 5. Bibliografia
Adaptado de uma mensagem enviada por Odracir para a mailing list testemunhas em 1999-12-02. Nas citações que aparecem nesta página, parte do texto foi colocado em letra maiúscula para ênfase. Algumas edições de A Sentinela citadas aqui, especialmente as mais antigas, foram publicadas inicialmente em lingua inglesa, podendo não haver a exata correspondência com a data da edição em português. Sobre o tema piramidologia, abordado neste artigo, recomendamos a leitura de A Sentinela de 1/1/2000, onde a Sociedade VIU-SE OBRIGADA a fazer um reconhecimento mais explícito e pormenorizado do assunto, após o mesmo vir a conhecimento público.
1. Branqueamento da responsabilidade por falsas profecias
1.1 Exemplo 1: A falsa profecia de 1914
No ano de 1889, no livro “The Time Is At Hand”, páginas 98 e 99, Charles Taze Russell declara:
“Na verdade, é esperar grandes coisas AFIRMAR, COMO O FAZEMOS, que dentro dos próximos 26 anos [1914/1915], TODOS os atuais governos serão DERRUBADOS e dissolvidos; porém, estamos vivendo em um tempo especial e peculiar, o “Dia de Jeová”, no qual os assuntos chegarão a uma conclusão RÁPIDA…. Em vista da forte evidência bíblica concernente aos Tempos dos Gentios, consideramos uma VERDADE ESTABELECIDA que o FINAL DEFINITIVO dos reinos deste mundo e o pleno estabelecimento do Reino de Deus se realize pelo fim de 1914 A.D.” (o maiúsculo é meu)
Tais afirmações referiam-se às previsões sobre os anos de 1874, 1878 e 1914, iniciando-se a ‘parousia’ de Cristo na primeira data (sua ‘posse’ como Rei na segunda data). É importante frisar que tais cálculos cabalísticos começaram com o inglês John Acquila Brown, no ano de 1823 — 29 anos antes do nascimento de Russell, 47 anos antes da formação do grupo dele e mais de meio século (54 anos) antes da publicação do livro que ele financiou, “Os Tres Mundos”. Diversas outras obras da organização reafirmaram tais cálculos como algo além de simples opinião, chamando-os de “datas de Deus” e, em alguns casos, questionando a fé ou a vigilância de quem deles duvidava — “Thy Kingdom Come” (1891), “Watchtower” de 15/1/1892, de 1/7/1894 e de 1/10/1907.
Em 1916, dois anos após o fracasso daquelas previsões e do desapontamento — desnecessário, diga-se de passagem — de Russell e de seus seguidores, os quais ficaram expostos ao escárnio público, o que afirmou ele sobre seu erro, agora impossível de ser negado? Deixemos que o próprio Russell fale:
“Este foi um erro natural no qual se pode cair, mas O SENHOR O INVALIDOU para a bênção de Seu povo. O pensamento de que a igreja seria ajuntada em glória antes de Outubro de 1914, TEVE CERTAMENTE UM EFEITO MUITO ESTIMULANTE E SANTIFICADOR sobre milhares, todos os quais podem consequentemente louvar o Senhor — ATÉ PELO ERRO.” (Prefácio de “The Time is At Hand”, 1916, página iv)
Note o leitor que, após envolver até o próprio Deus em seus erros, “invalidando-os” — na verdade, minimizando-os — encontrou o pastor Russell uma alternativa bastante conveniente a ter que encarar o fato de que suas predições nada tinham de “datas de Deus”. Chegou ele ao cúmulo de elogiar o erro, sim, de promover o erro como meio válido pelo qual Jeová guia seu povo. Isto deu margem, mais tarde, a novas predições, hábito este bastante comum entre os líderes das TJ até os nossos dias, bastante “fiéis” às suas origens, diga-se. Parece isto simples “explicação”, como quer o nosso companheiro H., ou clara JUSTIFICAÇÃO? Precisa Deus dos nossos erros?
Este caso não constitui exceção no “currículo” da Watchtower ou tampouco expressa a simples opinião de um membro da sociedade, à parte do que os outros pensavam e dissonante da postura histórica desta entidade no que se refere aos seus falhanços doutrinais. O próximo exemplo ilustra outra situação em que ela GLORIFICA, como organização, seus erros ao invés de se desculpar por eles — na verdade, subentende que eles foram SUPERIORES à verdade, em razão dos seus efeitos “protetores”. Vamos a ele:
1.2 Exemplo 2: A falsa interpretação das “autoridades superiores”
Até 1929, a Watchtower ensinava que as “autoridades superiores” mencionadas no capítulo 13 de Romanos correspondiam às autoridades governamentais seculares. A partir daquele ano, mudou seu “entendimento” do texto e passou a ensinar que o texto referia-se apenas a Deus e Jesus Cristo. Esta doutrina perdurou por mais de 30 anos, até que, em 1962, uma “nova luz” remeteu a sociedade DE VOLTA ao entendimento anteriormente abandonado — o que, por si só, desfere um golpe mortal na tese da “luz progressiva”. Este assunto é considerado em “A Sentinela” de 1/5/1996. Sobre a mudança doutrinária, o artigo, na pág. 14, diz:
“Olhando para trás, precisa-se dizer que esta maneira de encarar as coisas, que enaltecia a supremacia de Jeová e de seu Cristo, AJUDOU o povo de Deus a manter uma intransigente posição neutra durante este período difícil (isto é, desde a 2ª Guerra Mundial até a ‘guerra fria’)”. (o maiúsculo é meu)
Sobre isto, Ray Franz, com muita propriedade, diz:
“Quer dizer que, para todos os efeitos, ter tido o entendimento CORRETO, o entendimento que o apóstolo Paulo tinha em mente quando escreveu seu conselho, NÃO TERIA SIDO NEM TÃO SUFICIENTE PARA ORIENTAR, NEM TÃO EFICAZ PARA PROTEGER contra a ação não-cristã, quanto o conceito ERRÔNEO ensinado pela organização Torre de Vigia. Não há nada que mostre que Deus guie seu povo por meio do erro. Ele o fortalece com a verdade, NÃO COM O ERRO, em época de crise.” 1 João 1:5 (o maiúsculo é meu) — “Crise de Consciência”, pág. 497.
Alguém da lista concordaria, como quer o nosso companheiro H., que, neste caso, o corpo governante APENAS EXPLICOU, SEM DEFENDER?
1.3 Exemplo 3: Um tempo de “provas e purificação”
No Anuário de 1983, pág. 120, quase 70 anos depois do fracasso de 1914, a Watchtower insiste em minimizar seus erros ou, pelo menos, dar-lhes uma conotação piedosa. Após o relato sobre a inocultável frustração que envolveu a expectativa criada por Russell sobre o arrebatamento da igreja e o fim do mundo em 1914 — com o tropeço na fé de muitos — ela dirige a atenção do leitor para o fato de que aquele período era um tempo de “provas e purificação” — por meio do ERRO, naturalmente — e, a seguir, desvia-a para um comentário de um dos desapontados seguidores de Russell, o qual teria dito: “Em vez da esperada coroa da glória, recebemos um resistente par de botas para realizar a obra de pregação”. O assunto é concluído por aí mesmo, sem qualquer assumimento direto da responsabilidade por falsas previsões e suas consequências ou por um cândido pedido de desculpas, como seria de se esperar de humildes cristãos tementes a Deus.
Isto até que soaria comovente, caso não fosse hilariante! Parece isto mais com “explicação”, como quer o nosso companheiro H., ou com “justificação”?
1.4 Exemplo 4: A falsa profecia de 1925
No livro “Testemunhas de Jeová — Proclamadores do Reino de Deus” (1993), pág. 78, faz-se uma tentativa de justificação da falsa profecia de 1925, advogada pelo sucessor de Russell, J. F. Rutherford, por afirmar o seguinte:
“O ano de 1925 chegou e passou. Alguns abandonaram sua esperança. Mas a vasta maioria dos Estudantes da Bíblia permaneceu fiel. ‘Nossa família’, explicou Herald Toutjian, cujos avós se tornaram Estudantes da Bíblia no início do século, “chegou a reconhecer que esperanças não realizadas não são exclusividade dos nossos dias. Os próprios apóstolos tiveram semelhantes expectativas indevidas… Jeová é digno de serviço leal e de louvor COM OU SEM a recompensa final.”
O que, na verdade, isto quer dizer é COM OU SEM FALSAS PREVISÕES. Aquele argumento não procede, visto que não é a existência de uma recompensa que está em jogo — pois a Bíblia assegura a recompensa final aos servos leais de Deus — mas são as FALSAS EXPECTATIVAS criadas por uma organização, em função de uma data específica. A Watchtower, aqui, mais uma vez, passa ao lado da questão central, a saber, seus fracassos doutrinários. Queira notar o leitor que, tanto neste como no caso anterior, ela deixa que terceiros — membros dela, naturalmente — falem por ela. Dos que tropeçaram em razão das falsas profecias dela — nem uma palavra. Mesmo sabendo que muitos largaram seus empregos, venderam seus bens, abandonaram carreiras e até fazendeiros deixaram de colher suas safras, a Watchtower não lamenta aquele triste episódio. Mesmo sabendo que ele minou a fé de muitos, não só na organização, mas NA PRÓPRIA BÍBLIA. Mais uma vez ela não faz qualquer reconhecimento direto de que profetizou em vão. E, além disso, deixa de esclarecer ao leitor que, quando os apóstolos tinham expectativas quanto ao cumprimento de profecias em seus dias, eles estavam INDAGANDO a Cristo e NÃO ENSINANDO a milhões de “outras ovelhas”, no papel de ÚNICO CANAL ENTRE DEUS E OS SERES HUMANOS. A propósito, quanto a isto, Jesus respondeu aos discípulos: “NÃO VOS CABE OBTER CONHECIMENTO DOS TEMPOS OU DAS ÉPOCAS QUE O PAI TEM COLOCADO SOB SUA PRÓPRIA JURISDIÇÃO.” (Atos 1:7) Quão a sério tem o “escravo fiel e discreto” levado estas palavras nos últimos cem anos? Tem sido a estrita adesão a estas palavras de Cristo que tem motivado o conselho supremo da Torre de Vigia a especular sobre datas específicas para “o fim” ou terá sido o interesse em intensificar o ritmo de atividades de proselitismo dos adeptos, “alavancando” assim os chamados “AUGES” organizacionais tão propalados em sua literatura? Devemos louvar a Deus ou louvar números?
Mais uma vez, pergunto: parece isto com simples “explicação”, como quer o nosso companheiro H., ou clara “justificação”? Mais >
Oração à Nossa Senhora de Nazaré
31/01/10
(6 de março)
Ó Virgem Imaculada de Nazaré, fostes na terra criatura tão humilde a ponto de dizer ao Anjo Gabriel: “Eis aqui a escrava do Senhor!” Mas por Deus fostes exaltada e preferida entre todas as mulheres para exercer a sublime missão de Mãe do Verbo Encarnado. Adoro e louvo o Altíssimo que vos elevou a esta excelsa dignidade e vos preservou da culpa original.
Quanto a mim, soberbo e carregado de pecados, sinto-me confundido e envergonhado perante vós. Entretanto confiado na bondade e ternura do vosso coração imaculado e maternal, peço-vos a força de imitar a vossa humildade e participar da vossa caridade, afim de viver unido, pela graça, ao vosso divino Filho, Jesus, assim como vós vivestes no retiro de Nazaré. Para alcançar essa graça, quero com imenso afeto e filial devoção saudar-vos como o Arcanjo São Gabriel: “Ave Maria, cheia de graça…”
Nossa Senhora de Nazaré, rogai por nós.
São Julião
29/01/10
Conhecido também como Julião, o hospitaleiro e Juliano , o hospitaleiro De acordo com James Voragine, Julião era casado com uma viuva rica e acidentalmente cometeu um crime terrível. Ele estava caçando e uma corça aproximou-se dele e o repreendeu dizendo que em futuro próximo cometeria um crime. Pois bem, um dia ele retornou ao seu castelo e ao entrar em seu quarto deparou com um casal na sua cama. Sem que ele soubesse seus pais haviam chegado inesperadamente e muito cansados foram deitar em seu quarto. Julião supondo que outro homem estava em sua cama com sua esposa, impetuosamente, matou os dois a facadas. Logo depois ela chegava da igreja onde tinha ido orar. Com imensa culpa e desespero ele disse a ela que ia abandona-los pois não era digno de viver no meio de pessoas decentes. Ela recusou-se a abandona-lo e ambos foram em uma jornada de peregrino para tentar amenizar o seu crime.
Ele transformou seu castelo em um hospital para pobres e ao chegar em Roma ele construiu outro hospital para pobres e viajantes junto ao rio. Alem disso ele construiu uma pequena barcaça com a qual ele transportava a todos os viajantes a cruzarem o rio de graça. Após vários anos neste trabalho, Julião foi acordado em uma noite gelada, por uma voz do outro lado do rio, gritando por socorro. Ele atravessou o rio e descobriu que o homem estava morrendo gelado e que o mesmo era um leproso. Apesar disso Julião o carregou através do rio e o colocou em sua cama esquentado-o ate que ele recobrasse os sentidos. Quando o homem se recobrou ele se revelou como sendo um anjo mensageiro especial de Deus enviado para testar a sua bondade. O leproso disse : ” Julião, Nosso Senhor me envia para dizer que aceitou sua penitencia”.
Existem vários santos de nome Julião e algumas historias se confundem como a de Julião o Mártir, cuja esposa se chamava Basilissa. Não obstante Julião o hospitaleiro tem sua historia gravada nos sermões de Antoninus de Florença, no 13° século, nos escritos de Vincent Beauvais e no “Trois Contes” de Gustave Flaubert. Alem disso várias instituições de caridade, igrejas e hospitais tem o nome de São Julião para honrar este herói muito popular na Idade Média.
São Julião é mostrado na arte litúrgica da Igreja 1 ) como um jovem com um falcão em seu dedo, ( o que dificulta sua distinção com São Bravo); ou 2)carregando um leproso , 3) numa barca carregando um leproso e com sua esposa o aguardando na margem do rio.
São Julião é retratado em vários vitrauxs em cristais no 13° século em igrejas em Chartes, em Rouen e em varias pinturas medievais. Ele é o padroeiro dos pilotos de barcaças, hoteleiros, viajantes, turistas e dos que trabalham no circo.
Sua festa é celebrada no dia 12 de fevereiro.
São Pantaleão
29/01/10
Era filho de um pagão de nome Eustorgius e mãe cristã Eubula, que o criou como cristão. Suas notáveis habilidades como médico fizeram com que o Imperador Maximiano o nomeasse seu médico. Solteiro convicto, e na corte dissoluta de Maximiano ele deixou sua fé e viveu uma vida bastante mundana para um cristão. Entretanto, eventualmente ele ficou decepcionado com vida que levava e com sentimentos de culpa, que só conseguiu vencer com a ajuda do padre e amigo Hermolaus. Ele retornou a Igreja com uma fé redobrada. Trouxe seu pai para a fé. Deu sua fortuna para os pobres e os tratou de graça em sua casa, que transformou em um pequeno hospital. Diz a tradição que algumas de suas curas foram milagrosamente conseguidas, apenas com sua benção e oração. Foi denunciado as autoridades anti-cristãs por outros médicos que tinham inveja de seu sucesso na corte. Durante o seu julgamento ele desafiou quais preces curariam um doente incurável. Os pagãos falharam em curar um paralítico, mas Pantaleão curou o homem com uma prece em nome de Jesus. Muitas das testemunhas do milagre se converteram.
As autoridades tentaram suborna-lo para denunciar a fé e oferecer sacrifícios aos deuses romanos, mas falharam.Após, eles o ameaçaram com torturas, mas também falharam. Foi martirizado com afogamento, fogo e atirado as feras selvagens que milagrosamente deitaram a seus pés. Finalmente pregado em uma arvore e degolado em 305 DC. Ele é um dos “14 Santos Ajudantes” da Igreja, e é muito venerado na França e Alemanha. É padroeiro dos solteiros, dos médicos, biólogos e dos doentes do pulmão. Inúmeras igrejas dedicadas a ele foram erigidas de Constantinopla a Roma. No Leste é venerado com o Grande Mártir e ” O Maravilhoso fazedor de milagres”.Na arte litúrgica da Igreja ele é mostrado como um médico segurando um pote de remédio; ou 2) curando um doente; ou 3) com as mãos acima de sua cabeça pregada em uma oliveira, com uma espada a seus pés; ou 4) com pregos atravessando suas mãos e pés ; ou 5) com uma pedra atada a seus pés; ou 6) com uma espada e um pote de remédio.
Sua festa é celebrada no dia 27 de julho.
78 – Depois do primeiro pecado, o que fez Deus?
29/01/10
Após o primeiro pecado, o mundo foi inundado por pecados, mas Deus não abandonou o homem ao poder da morte. Pelo contrário, pré-anunciou de modo misterioso ? no «Proto-evangelho» (Gn 3,15) ? que o mal seria vencido e o homem levantado da queda. É o primeiro anúncio do Messias redentor. Por isso a queda será mesmo chamada feliz culpa, porque «mereceu um tal e tão grande Redentor» (Liturgia da Vigília pascal).
117 – Quem é responsável pela morte de Jesus?
29/01/10
A paixão e a morte de Jesus não podem ser imputadas indistintamente nem a todos os judeus então vivos, nem aos outros judeus que depois viveram no tempo e no espaço. Cada pecador, isto é, cada homem, é realmente causa e instrumento dos sofrimentos do Redentor, e culpa maior têm aqueles, sobretudo se são cristãos, que mais frequentemente caem no pecado ou se deleitam nos vícios.
171 – Que significa a afirmação: «Fora da Igreja não há salvação»?
29/01/10
Significa que toda a salvação vem de Cristo-Cabeça por meio da Igreja, que é o seu corpo. Portanto não poderiam ser salvos os que, conhecendo a Igreja como fundada por Cristo e necessária à salvação, nela não entrassem e nela não perseverassem. Ao mesmo tempo, graças a Cristo e à sua Igreja, podem conseguir a salvação eterna todos os que, sem culpa própria, ignoram o Evangelho de Cristo e a sua Igreja mas procuram sinceramente Deus e, sob o influxo da graça, se esforçam por cumprir a sua vontade, conhecida através do que a consciência lhes dita.
468 – Para que serve uma pena?
29/01/10
A pena, infligida por uma legítima autoridade pública, tem como objectivo compensar a desordem introduzida pela culpa, preservar a ordem pública e a segurança das pessoas, e contribuir para a emenda dos culpados.
473 – Como se evita o escândalo?
29/01/10
O escândalo, que consiste em levar alguém a fazer o mal, evita-se respeitando a alma e o corpo da pessoa. Se alguém induz deliberadamente outro a pecar gravemente, comete uma culpa grave.






