Anunciando o Evangelho
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Questionando os Protestantes – I
11/07/10
De fato, Paulo escreveu o que é a Igreja: “Todavia, se eu tardar, quero que saibas como deves portar-te na casa de Deus, que é a Igreja de Deus vivo, coluna e sustentáculo da verdade” (1Tim 3,15).
Os cristãos de nossos dias supõem erroneamente que os primitivos cristãos viviam tempos tranqüilos e liam seu Novo Testamento exatamente como os bons e atuais protestantes fazem. O fato é que os livros do Novo Testamento ainda não tinham sido escritos pelo menos até duas décadas após a formação da Igreja, cerca do ano 30. Os livros finais do Novo Testamento não foram escritos senão perto do fim do século I, de conformidade com muitos estudiosos. Já que os cristãos primitivos não tinham o Novo Testamento, a Igreja primitiva era doutrinada pelos Apóstolos e por aqueles que tinham recebido a autoridade dos Apóstolos.
“Perseveravam eles na doutrina dos apóstolos, nas reuniões em comum, na fração do pão e nas orações” (At 2,42).
Na noite em que foi traído, Jesus prometeu à Igreja e aos apóstolos que os ensinaria toda a verdade:
“Quando vier o Paráclito, o Espírito da Verdade, ensinar-vos-á toda a verdade, …” (Jo 16,13).
No Protestantismo moderno mais de 20.000 denominações ensinando diferentes “verdades”. A natureza contraditória dessas “verdades” nos dirá que nenhuma dessas “verdades” pode ser considerada verdadeira. Ainda mais quando São Paulo nos diz claramente: “…porquanto Deus não é Deus de confusão, mas de paz” (1Cor 14,33).
Desde que Jesus disse que guiaria a Igreja na Verdade, se acreditarmos que Jesus estava falando a verdade, então temos de crer que há no mínimo uma Igreja que se congregou desde Pentecostes e que ensinou a Verdade. Essa Igreja existia, uma vez que Jesus falou: “E eu te declaro: tu és Pedro, e sobre esta pedra edificarei a minha Igreja; as portas do inferno não prevalecerão contra ela.” (Mat 16,18).
Nenhuma igreja protestante tem o direito de reclamar que sua existência foi anterior ao século XVI. Os dois únicos grupos da Cristandade que podem traçar uma sucessão apostólica, através dos bispos, dos apóstolos até o presente, são as Igrejas Ortodoxas Orientais e a Igreja Católica Romana. A Igreja de Roma foi fundada pelo apóstolo Paulo e recebeu o apostolado final do Apóstolo Pedro. A Igreja Católica Romana reivindica ser aquela igreja que é “a coluna e fundamento da Verdade”. Um investigador da Verdade poderia no mínimo considerar se o ensinamento da Igreja Católica sobre o batismo, a Ceia do Senhor e o arrependimento, se estas simples matérias são bíblicas.
Onde você aprendeu que apenas a Bíblia era a coluna e o fundamento da Verdade? Sua igreja tem apenas 150 anos? Você pode traçar uma linha ligando sua igreja até aos apóstolos?
Fonte: Site “Glory to Jesus Christ!”. Tradução: José Fernandes Vidal.
O Vaticano no Twitter
22/03/10
Inaugurada nova página sobre atualidades
CIDADE DO VATICANO, domingo, 21 de março de 2010 (ZENIT.org). – Desde o sábado, o Vaticano ingressou na rede social de mensagens breves Twitter, inaugurando ainda uma nova página na web, www.resources.va, na qual disponibiliza informação multimídia abordando questões da atualidade.
A chegada do Vaticano à rede Twitter se dá através de seis canais – um para cada idioma. O endereço do canal de língua portuguesa é “news_va_pt”.
O Twitter é um serviço gratuito de microblogging que permite que seus usuários recebam em tempo real micro-mensagens de texto – as “tweets” – cuja extensão máxima é de 140 caracteres.
Além do português, estão disponíveis canais nos idiomas italiano, francês, alemão, inglês e espanhol.
Através destes canais no Twitter, a Rádio Vaticana e outros órgãos de comunicação do Vaticano divulgarão informações, notícias e conteúdos multimídia de particular relevância para a vida da Igreja.
Além disso, por ocasião da publicação da carta de Bento XVI aos católicos da Irlanda, o Vaticano lançou o website www.resources.va , no qual serão publicados artigos completos, além de materiais em vídeo e áudio relacionados com o magistério do Santo Padre sobre abusos sexuais cometidos por sacerdotes.
O Vaticano conta ainda, há mais de um ano, com um canal oficial no Youtube (www.youtube.com/vatican), em quatro idiomas.
Espanha: três de cada quatro alunos escolhem aula de religião católica
11/03/10
MADRI, terça-feira, 9 de março de 2010 (ZENIT.org).- Três de cada quatro alunos escolheram voluntariamente estudar, nas escolas espanholas, a disciplina de ensino religioso e moral católica, durante o curso atual, 2009-2010.
Isso é demonstrado pelo relatório anual sobre o número de alunos que recebem esta formação, da Comissão Episcopal de Educação e Catequese da Conferência Episcopal Espanhola (CEE), que foi divulgado na sexta-feira.
Segundo a CEE, atualmente, 3.430.654 de alunos estudam a matéteria de religião, em um total de 4.759.190, o que representa 72,1%.
Por tipos de escola, a porcentagem de alunos que estudam religião em escolas católicas aumentou para 99,5%.
Em escolas estaduais, a média percentual entre todas as etapas é de 64,1% e nas escolas particulares a média é de 71%.
Para os bispos, “os dados são significativos se levarmos em conta as dificuldades que são enfrentadas no ambiente de ensino”.
O episcopado denunciou várias vezes que a Lei Orgânica de Educação (LOE) introduziu novas barreiras para a escolha da disciplina de religião.
Entre elas, destaca “a configuração da matéria de religião como um peso desnecessário ao currículo escolar”, segundo um comunicado da CEE.
Os bispos agradecem a confiança de professores e alunos, que, “apesar das graves dificuldades, exercem a cada ano, voluntariamente, seu direito fundamental de escolher a formação religiosa e moral católica”.
Também a dedicação dos professores de religião que “em meio de tantos obstáculos jurídicos, acadêmicos e sociais, servem com empenho e dedicação para a formação religiosa de seus alunos”.
São Marcelino Champagnat
29/01/10
São Marcelino nasceu em 20 de maio de 1789 no povoado francês de Marlhes, uma localidade onde predominava o analfabetismo. Sua mãe e sua tia serviram de modelos e guias para a afirmação de seu primeiros passos como cristão, e uma criação com fé e oração. Logo passou a desertar em Marcelino a vocação mariana. A formação intelectual do jovem Marcelino foi bastante trabalhosa por falta de professores competentes. Se sabe que ele negou a voltar a escola depois de ver como os professores maltratavam a um aluno e se dedicou a trabalhar na granja dos pais. Em 1805 quase analfabeto, respondeu generosamente ao chamado de Jesus foi ser sacerdote. Transcorridos alguns anos no seminário menor de Verrieres (1805-1813) ingressou no seminário maior de Lyon onde recebeu a formação ideológica e espiritual.
Um grupo de doze seminaristas entre os quais o próprio Marcelino promoveram a criação da Sociedade de Maria formada por sacerdotes, irmãos e irmãs religiosas e leigos. Ordenado sacerdote em 22 de julho de 1816 ele foi indicado coadjutor da Vila de La Valla. Logo ficou impressionado com a pobreza cultural desta zona montanhosa e ainda observou que a escola atraia tão poucos que apenas alguns despreparados desejavam aprender. Fundação do Irmãos Maristas:
Ao final de 1816 foi chamada a casa de um jovem de 16 anos chamado João Batista Montagne, que estava a morrer sem nunca ter ouvido ouvir falar de Deus. Nos olhos daquele jovem ele percebeu o clamor de milhares de jovens que como ele, eram vitimas de uma trágica pobreza humana e espiritual. Este fato fez com ele que entrasse em ação e em 2 de janeiro de 1817 reuniu seu primeiros discípulos dedicados a formar a Ordem dos Irmãos de Maristas. Ordem dedicada a ensinar aos meninos pobres o cristianismo.
Os primeiros eram jovens do campo na maioria entre 15 e 18 anos mas habituados a duras tarefas do campo, a meditação e reflexão intelectual e ao trabalho.
Marcelino transmitiu a esses jovens seu entusiasmo apostólico e educativo.
Viveu entre ele como um deles. Ensinou-os a ler, somar, subtrair, a rezar e viver o evangelho a cada dia para chegar a uma comunidade de mestres e de educadores religiosos. Logo os enviou a casa dos mais pobres da comunidade para ensinar os meninos e, as vezes aos adultos, a religião e os primeiros princípios de leitura e escrita. Entre 1817 e 1824 fundou uma escola primaria no povoado de La Valla e a utilizou para ensinar também a religião.
Durante os seus 51 anos de vida, Marcelino trabalhou consumindo forças para criar a sua família de educadores. Quando veio a falecer em 6 de junho de l840 a Ordem contava com 290 irmãos distribuídos em 48 escolas primarias. Foi declarado beato em 19 de maio de 1955 pelo Papa Pio XII pelos seus dois milagres plenamente comprovados e pelo terceiro foi canonizado pelo Papa João Paulo II, em 18 de abril de 1999.
Sua festa é celebrada no dia 6 de junho.
100 – De que modo é que a maternidade espiritual de Maria é universal?
29/01/10
Maria tem um único Filho, Jesus, mas, n?Ele, a sua maternidade espiritual estende-se a todos os homens que Ele veio salvar. Obediente, ao lado do novo Adão, Jesus Cristo, a Virgem é a nova Eva, a verdadeira mãe dos vivos, que coopera com amor de mãe no seu nascimento e na sua formação na ordem da graça. Virgem e Mãe, Maria é a figura da Igreja e a sua realização mais perfeita.
Igreja não é poder político, esclarece Papa aos jornalistas
10/05/09
No voo de Roma a Amã
AMÃ, sexta-feira, 8 de maio de 2009 (ZENIT.org).- No processo de paz para superar o conflito no Oriente Médio, a Igreja não pretende atuar politicamente, mas como uma «força espiritual» capaz de renovar as consciências, em especial através da oração, disse Bento XVI nesta sexta-feira, ao responder as perguntas dos 70 jornalistas admitidos no voo papal de Roma a Amã, por ocasião da 12ª viagem internacional que concluirá em 15 de maio, após ter percorrido a Jordânia, Israel e os Territórios Palestinos.
«Certamente – reconheceu o Papa – tento contribuir para a paz não como indivíduo, mas em nome da Igreja Católica, da Santa Sé.»
«Nós não somos um poder político, mas uma força espiritual; e esta força espiritual é uma realidade que pode contribuir para o progresso do processo de paz.»
O Papa considerou que este trabalho pode ser realizado em três níveis.
Em primeiro lugar, disse, «como crentes, estamos convencidos de que a oração é uma verdadeira força. Ela abre o mundo a Deus: estamos convencidos de que Deus escuta e de que pode atuar na história. Penso que se milhões de pessoas, de crentes, rezam, é realmente uma força que influencia e pode contribuir para ir adiante com a paz».
Em segundo lugar, acrescentou, «tentamos ajudar na formação das consciências. A consciência é a capacidade do homem de perceber a verdade, mas esta capacidade está frequentemente com obstáculos por interesses particulares. E libertar destes interesses, abrir mais à verdade, aos verdadeiros valores, é uma grande tarefa: é um dever da Igreja ajudar a conhecer os verdadeiros critérios, os verdadeiros valores, e libertar-nos de interesses particulares».
Em terceiro lugar, disse, este trabalho de paz interpela a razão: «precisamente porque não somos parte política, podemos talvez mais facilmente, também à luz da fé, ver os verdadeiros critérios, ajudar a entender o que contribui para a paz e falar à razão, apoiar as posturas realmente razoáveis. Fizemos isso e queremos fazer novamente agora e no futuro», concluiu.
Segundo o diretor de L’Osservatore Romano, Gian Maria Vian, esta força espiritual não é «fruto de teorias abstratas»; «ficou claro no discurso dirigido pelo Papa no aeroporto de Amã, diante de um rei e de um país que, com os fatos, demonstram como se pode avançar no caminho comum entre muçulmanos e cristãos, que na Jordânia são uma minoria».
Bento XVI anuncia que Igreja vai realizar um Ano Sacerdotal
17/03/09
Rádio Vaticano
Por ocasião dos 150 anos da morte do Santo Cura d’Ars, João Maria Vianney, Bento XVI anunciou esta manhã que, de 19 de junho de 2009 a 19 de junho de 2010, se realizará um especial Ano Sacerdotal, que terá como tema: “Fidelidade de Cristo, fidelidade do sacerdote”.
Segundo comunicado divulgado pela Sala de Imprensa da Santa Sé, o Santo Padre abrirá este Ano presidindo a celebração das Vésperas, em 19 de junho, solenidade do Santíssimo Coração de Jesus e Dia de santificação sacerdotal, na presença da relíquia de Cura d’Ars trazida pelo Bispo de Belley-Ars. Bento XVI encerrará o Ano em 19 de junho de 2010, participando de um “Encontro Mundial Sacerdotal” na Praça S. Pedro.
Ainda de acordo com o comunicado, durante este Ano jubilar, Bento XVI proclamará São João Maria Vianney “Padroeiro de todos os sacerdotes do mundo”. Além disso, será publicado o “Diretório para os Confessores e os Diretos Espirituais”, junto a uma coletânea de textos do Santo Padre sobre temas essenciais da vida e da missão sacerdotal na época atual.
A Congregação para o Clero, em parceria com os Ordinários diocesanos e os Superiores dos Institutos religiosos, será o encarregado de promover e coordenar as várias iniciativas espirituais e pastorais. A finalidade deste Ano é ressaltar sempre a importância do papel e da missão do sacerdote na Igreja e na sociedade contemporânea, como também a necessidade de potencializar a formação permanente dos sacerdotes, relacionado-a com a dos seminaristas.
Cultura católica deve influenciar indústrias de formação cultural
03/03/09
Fala o Prof. Jeffrey J. Langan na Santa Croce
ROMA, segunda-feira, 2 de março de 2009 (ZENIT.org).- «É necessário uma cultura católica que possa influenciar de alguma forma o processo de financiamento, produção e distribuição das notícias, informações, arte, espetáculos e esportes, com o fim de reordenar todos estes setores com a retidão da ordem moral», afirmou o professor Jeffrey J. Langan (Holy Cross College of the University of Notre Dame) ao intervir na sexta-feira passada no Congresso «A fé e a razão na Universidade Pontifícia da Santa Cruz (Roma).
O especialista, que ministrou uma conferência com o tema «A fé em uma cultura de livre mercado», partiu da consciência de que hoje está em curso «um verdadeiro e autêntico conflito cultural reduzido a elementos essenciais de identidade» e que «não parece haver nenhuma dúvida de que, entre todos, um grupo em particular se encontra hoje exercendo o poder de forma dominante».
Referindo-se depois às maiores indústrias de formação cultural, Langan revelou que «estes setores vitais parecem ser controlados, pelo menos no mundo ocidental, por interesses alheios ao catolicismo», ainda que os que participam deles sejam católicos, os quais contudo «devem enfrentar o perigo de ver a informação distorcida pelas perspectivas de outros, além das que lhes são impostas pela necessidade de comprometer, adotar e fazer própria uma visão cultural antitética à ordem moral».
Dirigindo-se depois à internet, o professor da Holy Cross College constatou que se dão «os mesmos problemas».
Ainda que a «quase totalidade de organismos e grupos de informação, emissoras de televisão, promotores esportivos, diretores, empresários de alto nível e políticos vejam a internet como forma de comunicação nova e promissora para o desenvolvimento e a promoção da cultura», contudo, «em ausência de sanções dirigidas a fazer valer um conjunto de normas morais, também a internet acabará caindo sob o domínio dos plutocratas e das oligarquias».
Isso acontece porque «a liberdade precisa de certo grau de proteção, do contrário se encontrará sempre à mercê das paixões dominantes».
A resposta a estas problemáticas se encontraria «na reconstrução das bases filosóficas do sistema educativo», através das quais «as famílias ou as diversas associações existentes na sociedade» poderão «valer-se dos critérios-guia morais na hora de avaliar o próprio ambiente cultural».
Papa pede cultura e política da família
18/01/09
Mensagem ao Encontro Mundial das Famílias no México
CIDADE DO VATICANO, domingo, 18 de janeiro de 2009 (ZENIT.org).- Bento XVI pediu mobilização social para promover «uma cultura e uma política da família» na videomensagem dirigida ao evento festivo e testemunhal do Encontro Mundial das Famílias, celebrado no México.
É necessário, assegura o pontífice, «desenvolver uma cultura e uma política da família que sejam impulsionadas também de maneira organizada pelas próprias famílias».
Com suas palavras, o Papa alentou «a unir-se às associações que promovem a identidade e os direitos da família, segundo uma visão antropológica coerente com o Evangelho», e convidou «tais associações a coordenar-se e a colaborar entre elas para que sua atividade seja mais incisiva».
O intento frio e a chuva que açoitou nesse sábado à noite o nordeste da cidade do México impediram a transmissão da videomensagem na grande explanada da Basílica de Guadalupe ao final do evento festivo das famílias, segundo estava previsto.
A mensagem foi transmitida a todos os participantes na missa de encerramento deste domingo, que foi presidida pelo cardeal Tarcisio Bertone, secretário de Estado, e na qual o Papa esteve conectado graças às novas tecnologias da comunicação.
O bispo de Roma recordou que a família é «célula vital da sociedade, o primeiro e decisivo recurso para seu desenvolvimento, e tantas vezes o último amparo das pessoas às quais as estruturas estabelecidas não chegam a cobrir satisfatoriamente em suas necessidades».
«Por sua função essencial – acrescentou –, a família tem direito a ser reconhecida em sua própria identidade e a não ser confundida com outras formas de convivência, assim como a poder contar com a devida proteção cultural, jurídica, econômica, social, de saúde e, muito particularmente, com um apoio que, tendo em conta o número dos filhos e os recursos econômicos disponíveis, seja suficiente para permitir a liberdade de educação e de eleição da escola».
A família, «Evangelho vivo» que todos podem ler
O Santo Padre considerou que a família cristã, «vivendo a confiança e a obediência filial a Deus, a fidelidade e a acolhida generosa dos filhos, o cuidado dos mais fracos e a prontidão para perdoar, se converte em um Evangelho vivo que todos podem ler, um sinal de credibilidade talvez mais persuasivo e capaz de interpelar o mundo de hoje».
Neste contexto, o Papa deixou à família a tarefa de apresentar «seu testemunho de vida e sua explícita profissão de fé aos diversos âmbitos de seu meio, como a escola e as diversas associações».
Desta forma, pediu às famílias que se comprometam «na formação catequética de seus filhos e nas atividades pastorais de sua comunidade paroquial, especialmente aquelas relacionadas com a preparação ao matrimônio ou dirigidas especificamente à vida familiar».
«Trabalhar pela família é trabalhar pelo futuro digno e luminoso da humanidade e pela edificação do Reino de Deus». A família, concluiu, está chamada «a ser evangelizada e evangelizadora, humana e humanizadora».
O evento testemunhal e festivo, também presidido pelo cardeal Bertone, legado pontifício, girou em torno da oração do Rosário, cujos mistérios gozosos estiveram intercalados pelos testemunhos de famílias dos cinco continentes. A cerimônia foi animada por música de reconhecidos artistas tanto mexicanos como de outros países.
O evento no qual participaram cerca de 20 mil pessoas concluiu com um espetáculo de fogos de artifício.






