Anunciando o Evangelho
Artigos com o marcador influente
Santa Elizabeth Ann Bayley Seton
29/01/10
Nascida em uma rica e influente família da Igreja Episcopal, filha de um médico, foi educada em Nova York no final do século 18. Sua mãe faleceu quando Elizabeth tinha três anos e sua babá um ano depois. Mais tarde com 19 anos, ela casou-se com um rico homem de negócios e teve cinco filhos.Com cerca de 10 anos de casada, os negócios de seu marido fracassaram e logo depois ele faleceu de tuberculose, deixando uma viúva pobre e com cinco filhos para cuidar.
Por anos Elizabeth sentia uma grande atração pelo Catolicismo, em especial ” A Real Presença de Cristo na Eucaristia” e a linhagem direta da Igreja Católica com Jesus e os apóstolos. Ela converteu-se ao Catolicismo entrando na Igreja em 14 de março de 1805, alienando no processo, muitos da sua rigorosa família Episcopal.
Sendo uma mulher muito inteligente e culta, para cuidar de sua família e assegurar uma educação adequada para seus filhos, ela abriu uma escola em Boston. Através de instituições privadas ela iniciou uma escola para a comunidade religiosa. Mais tarde atendendo a um convite do Arcebispo, ela estabeleceu uma escola para Garotas Católicas em Baltimore, Maryland o que foi o início do Sistema das Escolas Paroquiais na América. Para cuidar do sistema, ela fundou a “Congregação da Irmãs de Caridade” em 1809 , a primeira comunidade religiosa para mulheres, na América.
Faleceu em 4 de janeiro de 1821 de causas naturais. Foi beatificada em 17 de março 1963 pelo Papa João XXIII Canonizada em 14 de setembro de 1975 pelo Papa Paulo VI.Ela é padroeira da Diocese de Shereveport Louisiana, das viúvas e dos opositores das autoridades da Igreja, e daqueles com problemas com parentes .
Sua festa é celebrada no dia 4 de janeiro.
Maria, a mulher mais influente da história, segundo Vittorio Messori
23/06/07
Publica o livro em espanhol «Hipótese sobre Maria»
ROMA, sexta-feira, 22 de junho de 2007 (ZENIT.org).- Acaba de ser publicado em espanhol o livro «Hipótese sobre Maria», LibrosLibres, no qual o escritor Vittorio Messori faz um rigoroso estudo da que considera a mulher mais influente da história.
Messori é um dos autores católicos que mais livros vendeu em vida. Seu livro mais conhecido foi «Hipótese sobre Jesus» (1976), escrito após ter experimentado um caminho de conversão.
Messori entrevistou dois Papas. Primeiro o que era prefeito da Congregação vaticana para a Doutrina da Fé, cardeal Joseph Ratzinger, no livro «Informe sobre a fé» (1984).
Em «Hipótese sobre Maria», Messori aclara quem é para os cristãos a Mãe de Deus, que credibilidade merecem suas aparições em Lourdes, Fátima, etc., e que significado tem Maria para o cristianismo.
«Quando em 1976 publiquei meu primeiro livro, “Hipótese sobre Jesus”, muitos leitores me pediram que me pusesse ao trabalho com as “Hipóteses sobre Maria”», confessa Messori em declarações a Zenit.
«O assunto, então, me parecia estranho, inaceitável. O fato é que a Jesus se encontra nas ruas, a Mãe está em casa, na discrição: se a conhece e se a ama quando se alcança bastante intimidade com o Filho para entrar onde Ele habita», afirmou.
«Maria, para a sabedoria do mundo, não é nada — segue declarando–. Para a perspectiva da fé é um abismo de mistério: é pessoa humana como nós e por sua vez é instrumento indispensável para o maior acontecimento: a encarnação do próprio Deus».
O autor busca com estas 470 páginas «mostrar que é possível ser devotos marianos convencidos sem cair em uma certa retórica, em um certo “devocionismo”».
A devoção à Virgem não é algo «de crentes sentimentais ou ignorantes, mas uma exigência irrenunciável para todo crente».
«Tudo o que a Igreja disse e diz sobre a Mãe está, na realidade, ao serviço de Cristo, em defesa de sua humanidade e, por sua vez, divindade», considera o jornalista.
«A “mariologia” é, na realidade, “cristologia”; seus dogmas não são senão confirmação e baluarte dos de seu Filho. Ali onde Maria foi esquecida, antes ou depois se desvaneceu também Cristo», insiste.
«Nestas “Hipóteses sobre Maria” me ocupo muito de aparições, ainda limitando-me às reconhecidas pela Igreja. Nas aparições a Virgem continua sua vocação de mãe que corre junto aos filhos nos momentos difíceis», reconhece.
«As aparições são um chamado, uma sacudida, uma confirmação. Vou quando posso como peregrino, além de como estudioso, aos santuários marianos europeus: ali encontro as multidões que já não vão a suas paróquias, mas que são atraídas por aqueles lugares onde a presença materna se manifestou».
«No Ocidente o aumento das peregrinações foi o único índice de sinal positivo em uma Igreja onde tudo diminuía, desde a participação nos sacramentos até as vocações», indica.
«A devoção mariana é atualmente talvez o maior recurso pastoral: e não sei o que pensar de certos “clérigos intelectuais” que rejeitam ou até desprezam esta extraordinária possibilidade».
Informações sobre o livro: www.libroslibres.info






