Anunciando o Evangelho
Artigos com o marcador Luís
Oração a São Luís Gonzaga
31/01/10
(21 de junho)
Ó Luis santo, adornado de angélicos costumes, nós, vossos indigníssimos devotos, vos recomendamos especialmente a castidade de nosso corpo e de nossa alma. Rogamo-vos, pela vossa Angélica pureza, que nos encomendeis ao imaculado Cordeiro Jesus Cristo e à sua Mãe santíssima, a Virgem das virgens, e nos preserveis de todo pecado.
Não permitais que sejamos manchados com nódoa alguma de impureza, mas quando nos virdes em tentação ou perigo de pecar, afastai de nossos corações todos os pensamentos e afetos impuros e despertando em nós a memória da eternidade e de Jesus crucificado, imprimi profundamente em nossos corações o sentimento do santo temor de Deus e, afervorando-nos no amor divino, fazei que vos imitemos na terra, para que mereçamos gozar de Deus convosco no céu.
Assim seja.
Amém.
Santa Elizabeth da Hungria
29/01/10
Nasceu em 1207 em Presburg, Hungria e era princesa e filha do Rei André da Hungria, casou-se com o príncipe Luís de Thuringa na idade de 13 anos Construiu um hospital no sopé da montanha na qual o seu castelo ficava e ela mesmo cuidava dos doentes. Sua família se opunha a isto, mas ela insistia que deveria seguir os ensinamentos de Cristo.
Certa vez ela estava levando comida para um doente pobre e Luís mandou que ela parasse e olhou debaixo do seu manto, mas em vez de comida ele só encontrou rosas. Este teria sido o seu primeiro milagre. Com a morte de Luís ela vendeu tudo que tinha e deu maior assistência aos pobres e doentes. Diz a tradição que ela curava certos doentes apenas com suas preces.
Como Wartburg era localizado no alto de um morro íngreme e de difícil acesso aos doentes ela construiu um hospital no pé do morro e várias vezes ela mesma alimentava e cuidava dos doentes. Certa vez foi vista carregando para dentro do castelo uma criança pequena com lepra e o colocou em um cama e as criadas da corte se assustaram e chamaram seu marido Luís, para mostrar o que sua esposa havia feito. A chegar e olhar para a criança ele somente viu o Menino Jesus sorrindo para ele. Desmaiou.
Após esse milagre ela, com a benção de seu marido, construiu orfanatos, fundou outro hospital com 28 camas (considerado de bom tamanho para a época) e ainda providenciou para que centenas de pessoas fossem alimentadas diariamente.
Certa vez horrorizada com a coroa de espinhos na cabeça de Jesus, nunca mais usou sua coroa dentro de uma igreja ou capela, e nos dias de jejum e na semana santa e feriados religiosos ela não usava a coroa e nem as vestimentas de rainha e sim modestas vestes comuns, algumas em farrapos. Seus criados e criadas eram proibidas de a servirem ou a atenderem nesses dias. Fazia questão de fazer tudo sozinha.
Ela deu grande quantidade de grãos a uma Alemanha faminta e por isto é a padroeira dos padeiros e dos campos de trigo. Ela faleceu de causas naturais em 1231 em Marburg. Seu túmulo passou logo a ser um local de peregrinação e vários milagres foram creditados a sua intercessão.
Suas relíquias, inclusive seu crânio coberto com o seu véu e com a coroa de princesa, são cuidadosamente preservadas no Convento de Santa Elizabeth em Viena, na Áustria.
Foi canonizada em 1231.
Ela é representada na arte litúrgica como uma mulher carregando pães ou rosas no seu manto, ou usando coroa de princesa ou dando comida a um pedinte.
Sua festa é celebrada no dia 17 de novembro.
São Luiz de Montfort
29/01/10
Nasceu Louis Marie Grigñon em 31 de janeiro de 1673 em Montfort-La-Cane, Brittany, França. Educado em Rennes ele foi ordenado em 1700 e tornou-se o capelão de um hospital em Poitiers. Sua congregação também chamada de Filhas de Divina Sabedoria começou lá. Como suas missões e sermões geraram alguns protestos, Luís foi para Roma onde o Papa Clemente I (1700-1721) o nomeou missionário apostólico, o que permitiu a ele retornar a França e continuar a sua pregação. Ele pregou Maria a todos e em todos os lugares. Um membro da Terceira Ordem de São Domingos, Luís foi um dos grande apóstolos do rosário na época moderna e por meio do seu livro “O segredo do Rosário”, considerados por muitos escolares como sendo de inspiração milagrosa, ele ensina a maneira mais comum de recitar o rosário e é o método que originou a pregação de São Luís.
Luiz é famosos por ser o primeiro a defender a devoção a Santíssima Virgem Maria e ao Rosário. Em 1715 ele fundou os Missionários da Companhia de Maria. Sua real e notável devoção a Virgem Maria continua popular.
A sua grande contribuição a Igreja é a total consagração a Santíssima Virgem Maria. Ele propagou esta devoção em sua pregação diária e após a sua morte, seu famoso livro “Verdadeira Devoção a Maria” ganhou milhões de leitores. Consagração a Maria é para o São Luís a maneira perfeita de renovar as promessas do batismo. Sua espiritualidade é esposada por milhões, entre eles o Papa João Paulo II, que não só se consagrou a Virgem, como todos os locais que visita como papa. Em “Verdadeira Devoção a Maria” São Luís profetiza que o exército de almas consagradas a Virgem Maria será o instrumento Dela para derrotar o Demônio e o seu Anticristo. Como satanás ganha poder no mundo, muito deve ser feito pelo triunfo da nova Eva, o triunfo de esmagar a sua cabeça.
São Luís deverá ser declarado em breve Doutor da Igreja.
São Luiz morreu em 1716 em Saint-Laurant?sur-Sevre . Foi canonizado em 1947 pelo Papa Pio XII.
Sua festa é celebrada no dia 28 de abril .
Importância da liturgia na Igreja convoca uma reflexão teológica internacional
25/04/06
Na Universidade de Navarra (Espanha)
PAMPLONA, terça-feira, 25 de abril de 2006 (ZENIT.org).- A estreita relação entre liturgia e vida da Igreja será o eixo do Simpósio Internacional de Teologia que, de 26 a 28 de abril, será celebrado na Universidade de Navarra (www.unav.es).
Esta XXVII edição do Simpósio tem por título «A liturgia na vida da Igreja», explica uma nota enviada esta terça-feira pela organização a Zenit.
Quem o preside é o professor José Luis Gutiérrez, segundo o qual «a liturgia, como dizia o cardeal Ratzinger, não é de modo algum marginal na Igreja, mas se encontra no coração da fé cristã».
«Todos os Papas do século XX, desde São Pio X, sublinham como a liturgia não é um aspecto periférico para a fé, mas nuclear», acrescenta.
Irão se encontrar para a ocasião na Faculdade de Teologia da Universidade personalidades como Dom Egon Kapellari –bispo de Graz-Seckau (Áustria)– e Dom Marcello Semeraro –bispo de Albano (Itália).
Com o Simpósio «pretende-se oferecer uma reflexão sobre a relação estreita entre a liturgia e a vida da Igreja a partir do estudo dos elementos teológicos centrais do culto cristão», explica o professor Gutiérrez.
«Como manifestou João Paulo II, seguindo o Concílio, existe um vínculo estreito e orgânico entre a renovação da liturgia e a renovação de toda a vida da Igreja», observa.
«Por sua vez, durante sua etapa de teólogo e prefeito da doutrina da fé, Bento XVI mostrou grande interesse pela liturgia; interesse perceptível pela publicação de trabalhos neste campo, como seu livro ?O espírito da liturgia?», recorda.
Para o presidente do Simpósio, «o fruto mais interessante» desta iniciativa «deveria ser um renovado amor à liturgia da Igreja».
Por sua parte, o decano da citada Faculdade de Teologia, o professor José Ramón Villar, comentou que se elegeu este tema porque «parecia oportuno tratar a Liturgia como um modo de celebrar e analisar os mais de quarenta anos passados desde a aprovação pelo Concílio Vaticano II da Constituição Sacrosanctum Concilium, sobre a liturgia».
«Também –continuou– um dos frutos mais vistosos do Concílio foi a reforma litúrgica rapidamente empreendida após a aprovação desse documento. O que resulta compreensível, pois a celebração da liturgia tem uma importância decisiva para a vida cristã».






