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Por que os protestantes não lêem as obras de Lutero?
21/07/10
Nos debates entre católicos e protestantes, nós, católicos, notamos que nossos opositores são bastante exigentes em relação ao detalhamento das doutrinas da Igreja. Geralmente submetem-nos a diversas perguntas, sejam elas bem ou mal formuladas. O apologista católico, então, deve estar preparado, estudar a doutrina de sua Igreja, ler as obras dos padres apologistas, e responder a esses fundamentalistas satisfatoriamente (infelizmente, eles não se satisfazem com respostas). Mas, será que os protestantes buscam nos seus “pais” a resposta para nossas questões?
Vocês, leitores, já perceberam que os protestantes geralmente buscam suas fontes a partir de grandes teólogos do passado e do presente, mesmo de Calvino, no caso dos calvinistas, e vários outros teólogos modernos? Entretanto, geralmente falta um personagem, o personagem principal, no âmbito reformado: Martinho Lutero.
Já é ampla a nossa cobertura da revolta protestante do século 16, mas muito ainda falta ser dito. Os protestantes costumam colocar Lutero como um príncipe, um homem iluminado, que trouxe à luz a Igreja que jazia nas trevas da “corrupção”. Em todos os meios protestantes, Lutero foi um homem que, ao ler “um livro proibido”, a Bíblia, descobriu em suas letras simples a doutrina até então “obscura” de Cristo: a salvação somente pela fé. Desde então Lutero é uma figura ímpar na história do protestantismo. Inclusive alguns teólogos católicos reconhecem em Lutero valores dignos dos grandes doutores da Igreja.
Porém, seus escritos praticamente desapareceram da estante dos protestantes modernos (ou pelo menos, de suas obras). O que vemos hoje é que os protestantes fundamentalistas se baseiam mais em sua própria opinião “errada” das Escrituras do que num fundamento ao menos mais criterioso. Entretanto, será que é válida a fundamentação da teologia protestante na herança dos estudos de Lutero?
Quantos protestantes, mesmo pastores, já leram obras de Lutero. Dificilmente um católico que não seja estudioso do assunto leria. Mas espera-se que os protestantes tenham uma certa noção dos escritos dos seus pais. Nós católicos buscamos ler e entender o que pensavam e ensinavam os pais da Igreja: Inácio, Clemente, Leão, Tertuliano, Gregório, Agostinho, Vicente, Aquino. Entre milhares de outros. É uma vasta literatura, mas todo católico que esteja interessado nas suas doutrinas busca conhecer a sua patrologia.
Lutero deixou uma obra extensa, da qual em português creio não existir nem metade. Suponho, também, que nem metade dos protestantes já leu as obras dele. O que será que encontrariam? Talvez não gostem muito do que encontrarão, caso se aventurem. Na realidade, apesar de ser um estudioso da Bíblia, ter causado uma revolução no seio da Igreja, muitas vezes Lutero foi um blasfemo. Ao menos, pelos seus escritos, é o que nos parece.
Muitos protestantes questionam os católicos acerca do que falaram os seus teólogos do passado. Muitos dizem que Papas pecaram, disseram isso ou aquilo. Tudo isso, para eles, é prova de que a Igreja Católica não é a Igreja fundada por Jesus, nosso Senhor. Que o Espírito Santo não pode conduzir uma Igreja que ensina a “venda do perdão”, por exemplo. Outros alegam que a Igreja não podia ter transferido a um homem o poder que somente Deus contém. Entre várias outras alegações, os erros do passado são, para os protestantes, prova mais que suficiente de que a Igreja é demoníaca.
No nosso país, é comum o uso de “ditados populares”. Um deles, que podemos até aplicar aqui, é “Cuidado! O peixe morre pela boca”.
Muito do que Lutero escreveu, em confronto com o Papa e a autoridade da Igreja, é defendida até o fim pelos seus idealistas. Mas será que defenderiam com a mesma vontade o Lutero que vamos apresentar aqui? Talvez fiquem surpresos, digam que ele não quis dizer o que está aparentado, que existem outros escritos dele que dizem o contrário. Ora, pelo que vamos ler, parece que não há como entender outro contexto, o que faz com que entendamos exatamente o que Lutero quis dizer quando da redação das obras. E se existem outros escritos dele que dizem o contrário, isto não é um fator de alívio, mas de complicação. Mais >
Ser Santos para ajudar a edificar a Igreja, pede o Papa Bento XVI a bispos brasileiros
19/06/10
VATICANO, 19 Jun. 10 / 05:37 pm (ACI).- Ao receber esta manhã os bispos do Brasil do Regional Leste 2, que concluem hoje sua visita ad limina, o Papa Bento XVI recordou aos prelados que só com a santidade pessoal serão capazes de ajudar os fiéis a edificarem a Igreja, através da vivência cotidiana da fé e o amor, através de sua missão de servir e governar a porção do povo de Deus que lhes é confiada.
“Chamados a ser Santos, com quantos em qualquer lugar invocam o nome de Jesus Cristo, nosso senhor, da nossa parte e deles, graça a vós e paz de parte de Deus, Nosso Pai e do Senhor Jesus Cristo”, com estas palavras do apóstolo Paulo, na primeira carta aos Coríntios, o Santo Padre acolheu com grande afeto os bispos brasileiros.
Depois de recordar que os bispos “como mestres e doutores da fé, têm a missão de ensinar com audácia a verdade, que deve ser acreditada e vivida, apresentando-a de forma autêntica”, Bento XVI evocou seu discurso inaugural da V Conferência Geral do Episcopado Latino-americano e do Caribe, em Aparecida; e ressaltou que a Igreja tem como tarefa conservar e alimentar a fé do povo de Deus e de recordar também aos fiéis que, pelo batismo, estão chamados a serem discípulos e missionários de Jesus Cristo.
Seguidamente o Papa os alentou a ajudarem “os fiéis confiados a seus cuidados pastorais a descobrirem a alegria da fé, a alegria de serem amados pessoalmente por Deus, que entregou o seu Filho para nossa salvação. Como bem sabem, acreditar consiste sobre tudo em abandonar-se a este Deus que nos conhece e ama pessoalmente, aceitando a Verdade que Ele revelou em Jesus Cristo, com a atitude que nos leva a ter confiança nele como revelador do Pai. Queridos irmãos, tenham grande confiança na graça e saibam infundir esta confiança em seu povo, para que a fé seja sempre guardada, defendida e transmitida em sua pureza e integridade”.
“Como administradores do supremo sacerdócio, devem procurar que a liturgia seja verdadeiramente uma epifania do mistério. Quer dizer, expressão de natureza genuína da Igreja, que ativamente presta culto a Deus, por Cristo no Espírito Santo”, disse o Papa e acrescentou “de todos os deveres de seu ministério, ‘o mais imperioso e importante é a responsabilidade no que diz respeito à celebração da Eucaristia’”.
E depois reiterar neste contexto, o que estabelece a Exortação Apostólica pós-sinodal, Pastores gregis, de João Paulo II, “sobre o bispo servidor do Evangelho de Jesus Cristo para a esperança do mundo”, Bento XVI animou os bispos a impulsionarem o encontro pessoal com Cristo: “O ‘múnus’ (missão) de santificar que receberam vos impõe deste modo serdes promotores e animadores da oração na cidade humana, freqüentemente agitada, ruidosa e que se esquece de Deus: devem criar lugares e ocasiões de oração, onde em silêncio, escutando a Deus em oração pessoal e comunitária, o homem possa encontrar e fazer a experiência viva de Jesus Cristo, que revela o rosto autêntico do Padre”.
“É preciso que as paróquias e os santuários, os ambientes de educação e de sofrimento, assim como as famílias se tornem lugares de comunhão com o Senhor”, acrescentou.
Os bispos como guias do povo cristão, devem promover a participação de todos os fiéis na edificação da Igreja, governando com coração de servo humilde e de pastor afetuoso, tendo como meta a glória de Deus e a salvação das almas. É um direito e um dever: “Em virtude do múnus de governar, o bispo está chamado também a julgar e disciplinar a vida do povo de Deus confiado aos seus cuidados pastorais, através de leis, diretivas e sugestões, como está previsto na disciplina universal da Igreja”.
O Santo Padre indicou que “este direito e dever é muito importante para que a comunidade diocesana permaneça unida em seu interior e caminhe em sincera comunhão de fé, de amor e de disciplina com o bispo de Roma e com toda a Igreja. Por isso, não se cansem de alimentar nos fiéis o sentido de pertença à Igreja e a alegria da comunhão fraterna”.
O Papa se referiu logo à vital importância da santidade pessoal: “o governo do bispo só será pastoralmente proveitoso ‘se goza do apoio de uma boa credibilidade moral, que deriva de sua santidade de vida. Esta credibilidade predisporá as mentes para acolher o Evangelho anunciado por ele em sua Igreja e também as normas que estabelece para o povo de Deus. Por isso, plasmado interiormente pelo Espírito Santo, cada um de vós faça-se tudo para todos, propondo a verdade da fé, celebrando os sacramentos de nossa santificação e testemunhando a caridade do Senhor”.
“Acolham com o coração aberto a quantos chamam a sua porta: aconselhem, consolem e sustentem no caminho de Deus, procurando guiar a todos por aquela unidade na fé e no amor do qual, por vontade do Senhor, devem ser princípio e fundamento visível de suas dioceses”, concluiu o Pontífice.
Oração à Nossa Senhora do Trabalho
31/01/10
Salve Virgem Maria, nossa querida mãe padroeira! Como filhos, nos dirigimos a vós com toda a confiança, implorando a vossa Bênção, de modo especial pelos nossos trabalhadores, por todos aqueles que labutam no dia-a-dia para conseguir o sustento da própria família.
Concedei-nos, nós vos pedimos, que este labor seja dignificante, de modo a favorecer vossos filhos. Que haja muita consciência da nobreza do trabalho e que nenhum de nossos irmãos seja explorado pela ganância de riquezas.
Abençoai, ó Virgem do Trabalho, nossa comunidade, nossas famílias e a cada um de nós. Intercedei junto ao vosso Filho Jesus, concedendo-nos a graça que vos pedimos (pedido).
Assim seja!
Amém.
Oração à Nossa Senhora da Salette
31/01/10
(19 de setembro)
Lembrai-vos, ó Nossa Senhora da Salette, das lágrimas que derramastes por nós, no Calvário. Lembrai-vos também dos cuidados que, sem cessar, tendes por vosso povo, a fim de que, em nome de Cristo, se deixe reconciliar com Deus. E vede se, depois de tanto terdes feito por vossos filhos, podeis agora abandoná-los.
Reconfortados por vossa ternura, ó Mãe, eis-nos aqui suplicantes, apesar de nossa infidelidade e ingratidão. Não rejeiteis nossa oração, ó Virgem Reconciliadora, mas volvei nosso coração para vosso filho. Alcançai-nos a graça de amar Jesus acima de tudo, e de vos consolar por uma vida de doação, para a alegria de Deus e o amor de nossos irmãos.
Amém.
Oração à Nossa Senhora do Rosário
31/01/10
(7 de outubro)
Nossa Senhora do Rosário dai a todos os cristãos, a graça de compreender a grandiosidade da devoção do Santo Rosário, na qual, à recitação da Ave Maria se junta a profunda meditação dos Santos mistérios da vida, morte e ressurreição de Jesus, vosso Filho e nosso Redentor.
São Domingos, apóstolo do rosário, acompanhai-nos com a vossa bênção, na recitação do terço, para que por meio desta devoção à Maria, cheguemos mais depressa a Jesus, e como na batalha de Lepanto, Nossa Senhora do
Rosário nos leve à vitória em todas as lutas da vida; por seu Filho, Jesus Cristo, na unidade do Pai e do Espírito Santo.
Assim Seja.
Amém.
Oração à Nossa Senhora dos Navegantes
31/01/10
(2 de fevereiro)
Senhora dos Navegantes, sois ideal e estímulo para uma vida perseverante de amor a Deus e de bondade para com o próximo. Sois a “a mais alta realização do Evangelho e o modelo perfeito do cristão”. Sois cheia de graça e bendita entre as mulheres.
Todas as gerações vos proclamam bem aventurada porque vos fizestes a serva do Senhor. Dai-nos sempre vontade decidida de melhor buscar, conhecer e seguir Cristo.
Amém.
Oração à Nossa Senhora do Monte Serrat
31/01/10
Ó clementíssima Virgem Maria, minha soberana e Mãe, augusta Senhora do Monte Serrat, venho lançar-me no seio da vossa misericórdia e ponho, desde agora e para sempre, a minha alma e o meu corpo debaixo da vossa salva-guarda e da vossa bendita proteção.
Confio-vos e entrego nas vossas mãos todas as minhas penas e misérias, bem como o curso e o fim da minha vida, para que, por vossa intercessão e vossos merecimentos, todas as minhas ações se dirijam e se disponham segundo a vontade de vosso divino Filho, Nosso Senhor Jesus Cristo, e que minha alma depois desta vida possa alcançar a salvação eterna.
Ó Mãe, concebida sem pecado, rogai por nós, que recorremos a vós.
Nossa Senhora do Monte Serrat, rogai por nós.
Amém.
Oração à Nossa Senhora Medianeira
31/01/10
(31 de maio)
Senhor Jesus Cristo, Medianeiro nosso junto ao Pai, que vos dignastes constituir vossa Mãe, a Santíssima Virgem Maria, também nossa Mãe e Medianeira junto a vós, concedei benigno que todo aquele que, suplicante, a vós se dirigir, se alegre de ter alcançado, por meio dela, tudo o que pediu.
Vós que viveis e reinais, pelos séculos dos séculos.
Amém.
Oração à Nossa Senhora Mãe, Rainha e Vencedora
31/01/10
Ó minha Senhora e minha Mãe! Eu me ofereço todo a vós e, em prova de minha devoção para convosco, vos consagro neste dia meus olhos, meus ouvidos, minha boca, meu coração e inteiramente todo o meu ser.
E porque assim sou vosso, ó incomparável Mãe, guardai-me e defendei-me como coisa e propriedade vossa.
Amém.
Oração à Nossa Senhora de Lourdes
31/01/10
(11 de fevereiro)
Ó Virgem puríssima, Nossa Senhora de Lourdes, que vos dignastes aparecer a Bernadette, no lugar solitário de uma gruta, para nos lembrar que é no sossego e recolhimento que Deus nos fala e nós falamos com ele, ajudai-nos a encontrar o sossego e a paz da alma que nos ajudem a conservar-nos sempre unidos a Deus.
Nossa Senhora da gruta, dai-me a graça que vos peço e tanto preciso (pedido).
Nossa Senhora de Lourdes, rogai por nós.
Amém.







