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Questionando os Protestantes – IX
19/07/10
A Doutrina Importa?
Sim, a doutrina importa. Alguns têm dito que a doutrina não importa desde que “se peça a Jesus em seu coração”. Contudo esta afirmação não concorda com a Bíblia. Em Sua oração no Jardim das Oliveiras (Jo 17), Jesus rezou para que todos fossem um. Isto quer dizer: em proposta, amor e doutrina. Na carta de São Paulo aos Gálatas, ele escreve:
“Ora, as obras da carne são estas: fornicação, impureza, libertinagem, idolatria, superstição, inimizades, brigas, ciúmes, ódio, ambição , discórdias, partidos, invejas, bebedeiras, orgias e outras coisas semelhantes. Dessas coisas vos previno, como já vos preveni: os que as praticarem não herdarão o Reino de Deus” (Gal 5,19-21).
A palavra “partidos” é traduzida aqui e ali como “heresias”, que é a transliteração da palavra grega latente. Paulo iguala heresia e dissensão com idolatria e imoralidade. Diz que heréticos não herdarão o Reino de Deus, tanto quanto uma pessoa idólatra ou sexualmente imoral. Paulo usa palavras muito fortes. A Timóteo, Paulo escreveu:
“Quem ensina de outra forma e discorda das salutares palavras de nosso Senhor Jesus Cristo, bem como da doutrina conforme à piedade, é um obcecado pelo orgulho, um ignorante (e não entende nada”). (1Tim 6,3-4).
Para citar Lutero, “nada é senão algo mesquinho”. Paulo fala acerca de não compreender senão algo mesquinho. Paulo diz que eles não entendem “nada” – nada sobre Cristo. Há mais de 20.000 denominações protestantes. Por que o que umas ensinam como verdade, outras ensinam como erro?
Sua igreja vem ensinando a mesma doutrina há 2.000 anos? Ou é uma divisão de uma divisão, de uma divisão “ad nauseam”, que ensina sua própria interpretação que não tem fundamento na Cristandade histórica? Como um apêndice: onde a Bíblia diz que nós devemos pedir a Jesus dentro de nosso coração?
Fonte: Site “Glory to Jesus Christ!”. Tradução: José Fernandes Vidal.
Questionando os Protestantes – III
13/07/10
A Bíblia ensina a doutrina da Sola Scriptura dos Cristãos Reformados? Ou seja, seria a Bíblia a única fonte de autoridade para o cristão?
Não. A Bíblia ensina que as Escrituras têm autoridade, mas não é a única autoridade.
Quando Jesus foi tentado por Satanás no deserto, respondeu a Satanás: “Está escrito…”, uma citação das Escrituras. Mas, também vemos Jesus participando do Hanukkah (Festa da Dedicação – cf. Jo 10,22) que está registrado em Macabeus, livro ausente do cânon protestante. Também vemos Jesus celebrando a Páscoa com uma taça de vinho (a Última Ceia), que era da tradição judaica e não das Escrituras. Por segurança, São Paulo escreveu a Timóteo:
“Toda a Escritura é inspirada por Deus, e útil para ensinar, para repreender, para corrigir e para formar na justiça. Por ela, o homem de Deus se torna perfeito, capacitado para toda boa obra” (2Tim 3,16-17).
Mas São Paulo também escreveu:
“Intimamo-vos, irmãos, em nome de Nosso Senhor Jesus Cristo, que eviteis a convivência de todo irmão que leve vida ociosa e contrária à tradição que de nós tendes recebido” (2Tess 3,6); e
“O que aprendestes, recebestes, ouvistes e observastes em mim, isto praticai, e o Deus da paz estará convosco” (Fil 4,9).
A doutrina dos Protestantes da Sola Scriptura é-lhes necessária porque rejeitaram a autoridade existente na Igreja histórica, ordenada por Deus. A Igreja histórica sempre reivindicou que sua autoridade veio da sucessão apostólica e a verdadeira autoridade deu Jesus aos apóstolos, e mais especificadamente, a São Pedro:
“E eu te declaro: tu és Pedro, e sobre esta pedra edificarei a minha Igreja; as portas do inferno não prevalecerão contra ela. Eu te darei as chaves do Reino dos céus; tudo o que ligares na terra será ligado nos céus, e tudo o que desligares na terra será desligado nos céus” (Mt 16,18-19).
Já que os Protestantes rejeitam a autoridade da Igreja histórica, apelam para o que consideram que seja a mais alta autoridade: a Palavra de Deus. Isto pede uma pergunta, obviamente: Jesus fundou uma Igreja ou um livro? Jesus mesmo não foi, pessoalmente, autor de nenhum livro da Bíblia. As palavras atribuídas a Jesus foram escritas e testemunhadas pelos Apóstolos. As próprias Escrituras têm sua autoridade fundamentadas na autoridade para ensinar da Igreja. Sem a Igreja, não haveria a coleção de livros chamados Novo Testamento. Além disso, a doutrina da Sola Scriptura teria sido impossível sem a invenção da imprensa. Até a invenção da imprensa, a Bíblia não estava disponível a todo cristão. Agora, que qualquer um é livre para interpretar as Escrituras para si mesmo, o que acontece? Embora haja dezenas de milhares de denominações, haverá sempre mais e mais interpretações das Escrituras.
O fato verdadeiro é que Jesus fundou uma única Igreja e deu-lhe a autoridade para ensinar e emitir regras. Foi justamente por não atentar à essa verdade que os três principais Reformadores (Lutero, Calvino e Zwínglio) discordavam do sentido e efeito dos Sacramentos, da Ceia do Senhor e do Batismo, cada um ensinando uma doutrina diversa. Isto nos mostra que, em vez da autoridade ser a Sola Scriptura, é “Somente a Interpretação” a real autoridade nas igrejas que proclamam a Bíblia como sua única autoridade.
A menos que você tenha a interpretação correta, de que vale a Bíblia?
Fonte: Site “Glory to Jesus Christ!”. Tradução: José Fernandes Vidal.
Defesa da veneração dos santos pelos primeiros cristãos
26/06/10
Fonte: Veritatis Splendor
Como os católicos hoje, os cristãos dos primeiros séculos eram acusados de idolatria por venerarem os Santos. Mas, em vez dos grupos heréticos (que tanto se difundiram após o século XVI), quem propagava esta mentira era o rabinismo judaico, isto é, os judeus que não abraçaram a fé cristã.
Talvez o primeiro texto que dá testemunho da veneração dos santos como ainda nós católicos praticamos hoje, com honra, homenagem, celebração dos heróis e modelos da fé, seja a Carta que a Igreja de Esmirna enviou à Igreja de Filomélio, narrando o Martírio de São Policarpo (Bispo de Esmirna e discípulo do Apóstolo São João). Este documento de meados do segundo século é o texto hagiográfico mais antigo que se tem notícia.
A Carta nos dá testemunho que após o martírio de São Policarpo, os cristãos de Esmirna tentaram conseguir a posse de seu corpo, para dar ao mártir um sepultamento adequado. Mas, foram impedidos pelas autoridades que eram influenciadas pelos judeus rabínicos, que diziam que os cristãos queriam o corpo de São Policarpo para adorá-lo como faziam com Cristo.
Na carta é interessante o comentário que os cristãos de Esmirna fazem por causa da ignorância que os judeus tinham sobre a diferença da adoração que os cristãos prestavam somente a Nosso Senhor Jesus Cristo e a veneração prestada aos Santos. Semelhantes a nós católicos dos últimos séculos, os católicos do passado escreveram:
“Ignoravam eles que não poderíamos jamais abandonar Cristo, que sofreu pela salvação de todos aqueles que são salvos no mundo, como inocente em favor dos pecadores, nem prestamos culto a outro. Nós o adoramos porque é o Filho de Deus. Quanto aos mártires, nós os amamos justamente como discípulos e imitadores do Senhor, por causa da incomparável devoção que tinham para com seu rei e mestre. Pudéssemos nós também ser seus companheiros e condiscípulos!” (Martírio de Policarpo 17:2 +- 160 D.C).
E mais adiante esta importantíssima prova da fé primitiva, dá testemunho do costume que a Igreja tinha em guardar uma data, para celebrar a memória dos Santos, como Ela faz até hoje:
“Vendo a rixa suscitada pelos judeus, o centurião colocou o corpo no meio e o fez queimar, como era costume. Desse modo, pudemos mais tarde recolher seus ossos [de Policarpo], mais preciosos do que pedras preciosas e mais valiosos do que o ouro, para colocá-lo em lugar conveniente. Quando possível, é aí que o Senhor nos permitirá reunir-nos, na alegria e contentamento, para celebrar o aniversário de seu martírio, em memória daqueles que combateram antes de nós, e para exercitar e preparar aqueles que deverão combater no futuro.” (Martírio de Policarpo 18 +- 160 D.C)
Portanto, a Veneração dos Santos, não é idolatria e sim uma legítima e piedosa doutrina cristã que tem berço na Tradição da Igreja nascente.
Ser Santos para ajudar a edificar a Igreja, pede o Papa Bento XVI a bispos brasileiros
19/06/10
VATICANO, 19 Jun. 10 / 05:37 pm (ACI).- Ao receber esta manhã os bispos do Brasil do Regional Leste 2, que concluem hoje sua visita ad limina, o Papa Bento XVI recordou aos prelados que só com a santidade pessoal serão capazes de ajudar os fiéis a edificarem a Igreja, através da vivência cotidiana da fé e o amor, através de sua missão de servir e governar a porção do povo de Deus que lhes é confiada.
“Chamados a ser Santos, com quantos em qualquer lugar invocam o nome de Jesus Cristo, nosso senhor, da nossa parte e deles, graça a vós e paz de parte de Deus, Nosso Pai e do Senhor Jesus Cristo”, com estas palavras do apóstolo Paulo, na primeira carta aos Coríntios, o Santo Padre acolheu com grande afeto os bispos brasileiros.
Depois de recordar que os bispos “como mestres e doutores da fé, têm a missão de ensinar com audácia a verdade, que deve ser acreditada e vivida, apresentando-a de forma autêntica”, Bento XVI evocou seu discurso inaugural da V Conferência Geral do Episcopado Latino-americano e do Caribe, em Aparecida; e ressaltou que a Igreja tem como tarefa conservar e alimentar a fé do povo de Deus e de recordar também aos fiéis que, pelo batismo, estão chamados a serem discípulos e missionários de Jesus Cristo.
Seguidamente o Papa os alentou a ajudarem “os fiéis confiados a seus cuidados pastorais a descobrirem a alegria da fé, a alegria de serem amados pessoalmente por Deus, que entregou o seu Filho para nossa salvação. Como bem sabem, acreditar consiste sobre tudo em abandonar-se a este Deus que nos conhece e ama pessoalmente, aceitando a Verdade que Ele revelou em Jesus Cristo, com a atitude que nos leva a ter confiança nele como revelador do Pai. Queridos irmãos, tenham grande confiança na graça e saibam infundir esta confiança em seu povo, para que a fé seja sempre guardada, defendida e transmitida em sua pureza e integridade”.
“Como administradores do supremo sacerdócio, devem procurar que a liturgia seja verdadeiramente uma epifania do mistério. Quer dizer, expressão de natureza genuína da Igreja, que ativamente presta culto a Deus, por Cristo no Espírito Santo”, disse o Papa e acrescentou “de todos os deveres de seu ministério, ‘o mais imperioso e importante é a responsabilidade no que diz respeito à celebração da Eucaristia’”.
E depois reiterar neste contexto, o que estabelece a Exortação Apostólica pós-sinodal, Pastores gregis, de João Paulo II, “sobre o bispo servidor do Evangelho de Jesus Cristo para a esperança do mundo”, Bento XVI animou os bispos a impulsionarem o encontro pessoal com Cristo: “O ‘múnus’ (missão) de santificar que receberam vos impõe deste modo serdes promotores e animadores da oração na cidade humana, freqüentemente agitada, ruidosa e que se esquece de Deus: devem criar lugares e ocasiões de oração, onde em silêncio, escutando a Deus em oração pessoal e comunitária, o homem possa encontrar e fazer a experiência viva de Jesus Cristo, que revela o rosto autêntico do Padre”.
“É preciso que as paróquias e os santuários, os ambientes de educação e de sofrimento, assim como as famílias se tornem lugares de comunhão com o Senhor”, acrescentou.
Os bispos como guias do povo cristão, devem promover a participação de todos os fiéis na edificação da Igreja, governando com coração de servo humilde e de pastor afetuoso, tendo como meta a glória de Deus e a salvação das almas. É um direito e um dever: “Em virtude do múnus de governar, o bispo está chamado também a julgar e disciplinar a vida do povo de Deus confiado aos seus cuidados pastorais, através de leis, diretivas e sugestões, como está previsto na disciplina universal da Igreja”.
O Santo Padre indicou que “este direito e dever é muito importante para que a comunidade diocesana permaneça unida em seu interior e caminhe em sincera comunhão de fé, de amor e de disciplina com o bispo de Roma e com toda a Igreja. Por isso, não se cansem de alimentar nos fiéis o sentido de pertença à Igreja e a alegria da comunhão fraterna”.
O Papa se referiu logo à vital importância da santidade pessoal: “o governo do bispo só será pastoralmente proveitoso ‘se goza do apoio de uma boa credibilidade moral, que deriva de sua santidade de vida. Esta credibilidade predisporá as mentes para acolher o Evangelho anunciado por ele em sua Igreja e também as normas que estabelece para o povo de Deus. Por isso, plasmado interiormente pelo Espírito Santo, cada um de vós faça-se tudo para todos, propondo a verdade da fé, celebrando os sacramentos de nossa santificação e testemunhando a caridade do Senhor”.
“Acolham com o coração aberto a quantos chamam a sua porta: aconselhem, consolem e sustentem no caminho de Deus, procurando guiar a todos por aquela unidade na fé e no amor do qual, por vontade do Senhor, devem ser princípio e fundamento visível de suas dioceses”, concluiu o Pontífice.
Em Cristo e na Igreja o sacerdote vive a caridade, afirma o Papa Bento XVI
28/04/10
VATICANO, 28 Abr. 10 / 12:34 pm (ACI).- Na Audiência Geral desta quarta-feira, dedicada a dois Santos presbíteros, São Leonardo Murialdo (1820-1900) e São José Benito Cottolengo (1786-1842), o Papa Bento XVI explicou que ambos constituem modelos da “profunda convicção de que não é possível exercer a caridade sem viver em Cristo e na Igreja“.
Ao iniciar sua catequese, o Papa explicou que São Leonardo Murialdo, depois de superar em sua juventude uma profunda crise espiritual, fez-se sacerdote na Turim de São João Bosco, a quem apreciava muito e graças a ele, entrou em contato com “os graves problemas das classes mais pobres, desenvolvendo uma profunda sensibilidade social, educativa e apostólica, que o levou a dedicar-se a uma variedade de iniciativas para os jovens”, explicou o Papa.
“Em 1873 fundou a Congregação de São José, cujo fim apostólico foi desde o começo, a formação dos jovens, especialmente os mais pobres e abandonados”, adicionou o Santo Padre, fazendo insistência em que “o núcleo da espiritualidade de Murialdo é a convicção do amor misericordioso de Deus: um Pai sempre bom, paciente e generoso, que revela a grandeza e a imensidão de sua misericórdia através do perdão”.
São Leonardo, “sublinhando a grandeza da missão do sacerdote”, que “deve continuar a obra da redenção, recordava sempre tanto a si mesmo como a seus irmãos, a responsabilidade de uma vida coerente com o sacramento recebido”.
Esse mesmo “espírito de caridade”, continuou o Santo Padre, distingue a vida e a obra de São José Benito Cottolengo, fundador da obra “A Pequena Casa da Divina Providência”, também chamada “Cottolengo”. Desde muito jovem “mostrou grande sensibilidade para os pobres”; depois de anos de ministério sacerdotal frutuoso, o encontro com uma jovem doente, mãe de cinco filhos e a quem teve que assistir na morte, mudou a sua vida.
“O Senhor sempre põe sinais em nosso caminho para nos guiar, conforme a sua vontade, ao nosso verdadeiro bem”, ressaltou Bento XVI.
Desde aquele momento, São José “utilizou todas suas capacidades para dar vida a iniciativas de ajuda aos mais necessitados, sabendo envolver em sua empresa dezenas de colaboradores e voluntários para confrontar juntos e superar as dificuldades que se apresentavam. Todo mundo na Pequena Casa da Divina Providência tinha uma tarefa específica. Sadios e doentes compartilhavam as tarefas diárias. Inclusive a vida religiosa se organizava de acordo com as necessidades e exigências particulares”.
“Para os pobres e necessitados, São José foi sempre, como ele mesmo se definia, “o ajudante da Divina Providência”, recordou o Papa.
“Estes dois sacerdotes Santos –explicou o Santo Padre– viveram seu ministério na entrega total de sua vida aos mais pobres, aos mais necessitados, aos últimos, encontrando sempre a raiz profunda, a fonte inesgotável de sua ação em sua relação com Deus, procurando em seu amor a profunda convicção de que não é possível exercer a caridade sem viver em Cristo e na Igreja”.
“Que sua intercessão e seu exemplo sigam iluminando o ministério dos muitos sacerdotes que entregam generosamente a Deus e ao rebanho que lhes foi confiado, e ajudem a todos a entregar-nos com alegria e generosidade a Deus e ao próximo!”, concluiu.
Oração à Nossa Senhora do Rosário
31/01/10
(7 de outubro)
Nossa Senhora do Rosário dai a todos os cristãos, a graça de compreender a grandiosidade da devoção do Santo Rosário, na qual, à recitação da Ave Maria se junta a profunda meditação dos Santos mistérios da vida, morte e ressurreição de Jesus, vosso Filho e nosso Redentor.
São Domingos, apóstolo do rosário, acompanhai-nos com a vossa bênção, na recitação do terço, para que por meio desta devoção à Maria, cheguemos mais depressa a Jesus, e como na batalha de Lepanto, Nossa Senhora do
Rosário nos leve à vitória em todas as lutas da vida; por seu Filho, Jesus Cristo, na unidade do Pai e do Espírito Santo.
Assim Seja.
Amém.
Oração à Nossa Senhora da Penha
31/01/10
Ó Maria Santíssima, Senhora da Penha, em cujas mãos Deus depositou is tesouros das suas graças e favores. Eis-me cheio de esperança, solicitando com humildade a graça de que hoje necessito (pedido), pela qual sou-lhe grata desde este momento.
Recordai-vos, ó Senhora da Penha, que nunca se ouviu dizer que algum dos que em vós têm depositado toda a sua esperança tenha deixado de ser atendido, ó boa Mãe. Assisti-nos nas agruras da vida, para que façamos delas sementes para um mundo mais fraterno e mais humano. Enxugai o pranto das pessoas que sofrem e consolai os aflitos em suas necessidades. Tudo isso vos pedimos por Jesus, vosso Filho e nosso irmão.
Amém.
Oração à Nossa Senhora do Monte Serrat
31/01/10
Ó clementíssima Virgem Maria, minha soberana e Mãe, augusta Senhora do Monte Serrat, venho lançar-me no seio da vossa misericórdia e ponho, desde agora e para sempre, a minha alma e o meu corpo debaixo da vossa salva-guarda e da vossa bendita proteção.
Confio-vos e entrego nas vossas mãos todas as minhas penas e misérias, bem como o curso e o fim da minha vida, para que, por vossa intercessão e vossos merecimentos, todas as minhas ações se dirijam e se disponham segundo a vontade de vosso divino Filho, Nosso Senhor Jesus Cristo, e que minha alma depois desta vida possa alcançar a salvação eterna.
Ó Mãe, concebida sem pecado, rogai por nós, que recorremos a vós.
Nossa Senhora do Monte Serrat, rogai por nós.
Amém.
Oração à Nossa Senhora Medianeira
31/01/10
(31 de maio)
Senhor Jesus Cristo, Medianeiro nosso junto ao Pai, que vos dignastes constituir vossa Mãe, a Santíssima Virgem Maria, também nossa Mãe e Medianeira junto a vós, concedei benigno que todo aquele que, suplicante, a vós se dirigir, se alegre de ter alcançado, por meio dela, tudo o que pediu.
Vós que viveis e reinais, pelos séculos dos séculos.
Amém.
Oração à Nossa Senhora de Lujan
31/01/10
Padroeira da Argentina – (8 de maio)
Ó Virgem Santíssima de Lujan!
A ti recorremos neste vale de lágrimas, atraídos pela fé e pelo amor que tu mesma infundistes em nosso coração.
Ó Mãe querida! Alivia a nossa dor, consola as nossas angústias, dá-nos o pão material e o alimento espiritual para fortalecer o nosso corpo e a nossa alma.
Faze com que não nos falte um emprego estável e uma justa remuneração.
Elimina o ódio e o egoísmo do coração de todos os homens.
Virgem Santíssima de Lujan! Ilumina o nosso caminho para que, unidos na paz e fraternidade, com todos os irmãos da terra, continuemos a marcha gloriosa para a casa do Pai.
Abençoa, ó Mãe, a Argentina, cujos filhos cantam os teus louvores, agora e pelos séculos dos séculos.
Amém.
Nuestra Señora de Lujan, bendiz a los Argentinos y tambien a nosotros Brasileños!







