Bento XVI recebeu Anuário Pontifício 2012: número de católicos e vocações continuam aumentando

Vaticano, 12 Mar. 12 / 02:53 pm (ACI/EWTN Noticias)

Papa Bento XVI recebeu este fim de semana o Anuário Pontifício 2012, que é um registro compilado que recolhe dados e cifras da situação da Igreja em todo mundo até o ano passado registrando um aumento de número de católicos e de vocações ao sacerdócio.

A apresentação do texto foi realizada pelo Secretário de estado do Vaticano, Cardeal Tarcisio Bertone, acompanhado de Dom Angelo Becciu também da Secretaria de Estado e o diretor do Escritório Central de Estatística da Igreja, Dom Vittorio Formenti, junto a outros colaboradores.

Entre os dados consignados no anuário figura que durante 2011, o Papa erigiu oito Sedes Episcopais, um Ordinariato Pessoal e um Ordinariato Militar.

O documento também registra um aumento de 15 milhões de católicos no mundo, com relação a 2009. A proporção populacional de católicos no mundo se manteve em 17.5%.

O Anuário Pontifício também registra um incremento de 1 643 vocações sacerdotais. Para o Vaticano, esta é uma tendência crescente que se apresenta desde 2000.



Grupos de Luteranos pedem ao Papa um novo ordinariato para unirem-se à Igreja Católica

Fonte: InfoCatolica.com – 08/03/2011 – 8:33h
Tradução: Carlos Martins Nabeto

O diretor da Seção de Doutrina da Congregação para a Doutrina da Fé, Pe. Hermann Geissler, confirmou que após a “Anglicanorum Coetibus”, grupos de luteranos da América do Norte e Escandinávia solicitaram ao Papa Bento XVI a criação de um Ordinariato e o retorno à plena comunhão com Roma.

O diretor da Seção de Doutrina da Congregação para a Doutrina da Fé, Pe. Hermann Geissler, confirmou que após a autorização das conversões de grupos de anglicanos ao Catolicismo, agora o Papa Bento XVI está recebendo pedidos de grupos de luteranos que querem retornar ao seio da Igreja de Roma. O sacerdote fez essas revelações à revista “The Portal”.

Segundo Pe. Geissler, luteranos da América do Norte e Escandinávia têm se colocado em contato com anglicanos e também com a Sé Apostólica visando a possibilidade de o Papa vir a criar um ordinariato especialmente destinado a eles.

Em relação a isso, o sacerdote reconheceu que a Congregação para a Doutrina da Fé está estudando a questão e assegurou que “o Santo Padre fará todo o possível para levar outros cristãos à comunhão plena com a Igreja Católica”.



Evangelho do domingo: a outra oportunidade

Por Dom Jesús Sanz Montes, ofm, arcebispo de Oviedo

OVIEDO, sexta-feira, 5 de março de 2010 (ZENIT.org).- Apresentamos a meditação escrita por Dom Jesús Sanz Montes, OFM, arcebispo de Oviedo, administrador apostólico de Huesca e Jaca, sobre o Evangelho deste domingo (Lucas 13, 1-9), 3º da Quaresma.

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No Evangelho deste domingo, Jesus leva em consideração duas notícias da atualidade de então: um grupo de galileus, de alguma facção independentista, havia sido reprimido por Pilatos, para lição e castigo a todo aquele que ousasse atentar contra a ocupação romana. E em segundo lugar, a queda da torre de Siloé, cujo infortúnio causou a morte de 18 vítimas, que pereceram esmagadas.

Naquele então, como agora, houve muitas mortes, cujo desenlace nem sempre tem a ver com a vida que levavam normalmente. Jesus faz uma advertência: o verdadeiro risco de arruinar uma vida não está em um acidente infeliz ou em uma revolta repressiva, mas em não converter-se, isto é, em viver com o olhar e o coração distraídos, descentrados: “Se vós não vos converterdes, ireis morrer todos do mesmo modo”.

Para Jesus, fazer o papel de agitador revolucionário não supõe um motivo de diferença exemplar com relação aos demais galileus. E assumir o papel pacífico de transeunte, como ocorreu com as vítimas da torre de Siloé, tampouco torna as pessoas boas por sua neutralidade pacifista. Uns morrem na briga, outros no acidente. Todos igualmente pecadores, diz Jesus. Ele não elogia o guerrilheiro manifesto nem o pacífico cidadão anônimo, mas exalta quem dirige seu coração e tudo o que cabe nele a Deus. O que realmente importa para Jesus não é o que se faz ou se deixa de fazer, mas em nome de quem e por qual motivo.

Jesus propõe uma parábola que enche de misericórdia seu convite à conversão. Diante da desproporção entre a vida a que somos chamados e a realidade nossa de cada dia, podemos ver-nos refletidos nessa história que Jesus conta da figueira que não dava o fruto esperado. É a imagem da nossa lerdeza e distância do desígnio de Deus. Mas também Jesus é imagem do vinhateiro bom, com cuja paciência chegará a salvar a vida da sua vinha.

Converter-se é aceitar esse cuidado, essa espera e essa atenção. Converter-se é deixar-se levar por Outro, falar em seu Nome, continuar sua Boa Notícia, dar a vida por, com e como Ele. A conversão não é tanto protagonizar nossos gestos salvadores, e sim permitir ser visto, permitir ser conduzido e assistir ao milagre de que, na convivência misericordiosa com Ele, nossa vinha perdida pode ser salva e dar o devido fruto.

Esta é a esperança que Cristo nos anuncia e que em sua Igreja nos reserva.



São Cyrilo de Turov

Nasceu em 1130 de família rica. Fluente em grego e russo ele lia os trabalhos sagrados na sua língua de origem e mais tarde se tornou um especialista na Bíblia Quando do adulto ele renunciou a sua herança e se tornou um monge no monastério de Turov em Borissoglebsk. Pregava a disciplina e a obediência aos seus irmãos monges. Cyrilo escreveu sobre a vida monástica e alguns de seu trabalhos sobrevivem até hoje.

Acreditando que mesmo a vida no mosteiro muito o distraia ele se tornou um eremita. Mas sua vida simples, sua fama como escolar e sua reputação de santidade o cercavam de muitos seguidores. Foi indicado Bispo de Turov. Foi conselheiro do Príncipe Andrei Bogoliubsky na Rússia, nas questões relativas as relação da Igreja e o Estado e nas questões espirituais.

É um expoente da tradição grega em solo russo. Renomado orador e pregador usualmente sobre a Paixão e a Ressurreição
Ele passou seus últimos anos escrevendo tratados sobre questões espirituais. Faleceu em 28 de abril de 1182 de causas naturais.

Suas relíquias estão na Igreja Ortodoxa de São Cyrilo em Turov Sua festa é celebrada no dia 28 de abril



São Zephyrinus

Nasceu em Roma  de origem humilde e foi  eleito para suceder ao Papa Victor I em 199. Ele nomeou São Calistus como seu diácono e conselheiro. Seu pontificado foi marcado por varias controvérsias com relação a natureza de Deus e algumas  perseguições inclusive uma bem sangrenta instituída pelo Imperador Septimus  Severus (193-211). O Papa Zephyrinus combinava severidade com caridade e estava sempre pronto a receber de volta os pecadores arrependidos e teólogos  controvertidos .Embora ele tenha excomungado Theodati pela teoria do monoarquianismo ele foi denunciado por Hipolitus, por sua falha em agir com autoridade para suprimir as heresias como previa  Calistus em sua “Philosophoumena” . Aparentemente o papa agia muito caridosamente para Hipolitus. São Zephyrinus é listado como mártir na Martirologia Romana mas é improvável que tenha sido martirizado visto que seu corpo está intacto na Capela de São Sixtus Vechio em Roma.  Ele talvez tenha sido considerado um mártir por todos os julgamentos que sofreu e pela sua paciência e fortaleza. Ela faleceu em 20 de dezembro de 247. Na arte litúrgica da igreja ele é mostrado como um papa com uma espada.

Sua festa  é celebrada no dia 20 de dezembro.



14 – Que relação existe entre a Tradição e a Sagrada Escritura?

A Tradição e a Sagrada Escritura estão intimamente unidas e compenetradas entre si. Com efeito, ambas tornam presente e fecundo na Igreja o mistério de Cristo e provêm da mesma fonte divina: constituem um só sagrado depósito da fé, do qual a Igreja recebe a certeza acerca de todas as coisas reveladas.